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segunda-feira, agosto 03, 2015
Oferta da Eusébio Cup
Dando mostras do nosso lado altruísta, fomos inaugurar o novo estádio do
Monterrey e simpaticamente demos ao
clube mexicano a Eusébio Cup (0-3). Se no primeiro jogo frente ao PSG, ainda se
viu qualquer coisa na primeira meia-hora (curiosamente
foi o último jogo do Lima), tirando a também primeira parte frente ao NY Red
Bulls (com uma equipa secundária), foi sempre a descer a partir daí. Parece
que, naquele primeiro jogo, os habituais titulares ainda tinham resquícios dos
anos anteriores, que obviamente se vão perder ao longo da época.
Frente ao Monterrey, voltámos a demonstrar muito pouco (contabilizei uma
jogada de jeito que o Gaitán resolveu tentar assistir em vez de rematar, quando
só tinha o guarda-redes pela frente, e uns dois remates que poderiam ter melhor
destino): futebol lento, sem imaginação nem dinâmica e, para agravar as coisas,
muitos erros defensivos. Os números não enganam e querem dizer alguma coisa:
cinco jogos, zero vitórias, três derrotas, três jogos a zero e 3-8 em golos.
Muito, muito pouco.
Aliás, queria aqui fazer uma pergunta: porque é que esta época só fizemos
cinco jogos de preparação antes do primeiro jogo oficial? Ainda por cima, com
uma mudança de treinador e tudo? Só para relembrar, nas últimas seis épocas
fizemos oito (3x), nove (2x) e 10 jogos (na época de estreia do Jesus). E a
equipa técnica e os jogadores já se conheciam de gingeira. Temo que, por
questões financeiras, tenhamos começado aqui a hipotecar grande parte da época.
Não estamos a jogar nada e não temos mais jogos a brincar para ensaiar.
Não estou com esperanças nenhumas para a Supertaça. Acho que a única
maneira de ganharmos é acontecer uma Sabryzada. Ou então, melhor ainda, termos confiança que a “estrutura” consiga ganhar títulos por si só…
quinta-feira, julho 30, 2015
Novo empate
Depois de mais um nulo nos 90’, vencemos o Club América nos
penalties por 4-3. Com a equipa maioritariamente titular, só temos mais um jogo
de preparação antes da Supertaça e o que se vê é... quase nada. Quatro jogos,
zero vitórias, dois nulos e três golos marcados hão-de certamente permitir que
alguns vejam alguma coisa de positivo. Não é, infelizmente, o meu caso.
Não há mesmo grande coisa a dizer deste jogo. As oportunidade de golo foram escassíssimas, desperdiçámos um penalty pelo Jonas aos 16’ depois de um claro derrube ao Gaitán (nunca fui particular apreciador da maneira como o Jonas marcou os penalties até agora, porque sempre me pareceu que, se o guarda-redes adivinhasse o lado, defendia de certeza; foi o que se passou ontem) e basicamente ficámos por aí. Espero que este jogo tenha servido para, pelo menos, tirar uma conclusão (que sempre foi) óbvia (para quem a quer ver): o Jonas NÃO PODE jogar a ponta-de-lança. Sempre foi um segundo avançado e prendê-lo entre os centrais é tirar-lhe 75% da eficácia.
Daqui a pouco mais de uma semana, teremos a disputa do primeiro troféu. Desejo ser muito surpreendido nessa altura, porque a minha confiança tem-se reflectido no seguinte: dos quatro jogos até agora, só vi em directo o frente aos NY Red Bulls. Os outros foram todos em diferido, apesar de não saber o resultado. É uma situação que nunca me tinha acontecido, mas, infelizmente, não posso dizer que esteja arrependido, porque o que se tem visto... enfim...
Não há mesmo grande coisa a dizer deste jogo. As oportunidade de golo foram escassíssimas, desperdiçámos um penalty pelo Jonas aos 16’ depois de um claro derrube ao Gaitán (nunca fui particular apreciador da maneira como o Jonas marcou os penalties até agora, porque sempre me pareceu que, se o guarda-redes adivinhasse o lado, defendia de certeza; foi o que se passou ontem) e basicamente ficámos por aí. Espero que este jogo tenha servido para, pelo menos, tirar uma conclusão (que sempre foi) óbvia (para quem a quer ver): o Jonas NÃO PODE jogar a ponta-de-lança. Sempre foi um segundo avançado e prendê-lo entre os centrais é tirar-lhe 75% da eficácia.
Daqui a pouco mais de uma semana, teremos a disputa do primeiro troféu. Desejo ser muito surpreendido nessa altura, porque a minha confiança tem-se reflectido no seguinte: dos quatro jogos até agora, só vi em directo o frente aos NY Red Bulls. Os outros foram todos em diferido, apesar de não saber o resultado. É uma situação que nunca me tinha acontecido, mas, infelizmente, não posso dizer que esteja arrependido, porque o que se tem visto... enfim...
segunda-feira, julho 27, 2015
Sem vitórias
Empatámos no sábado frente à Fiorentina (0-0), perdendo depois nos penalties por 4-5, e nesta madrugada fomos derrotados pelos New York Red Bulls por 1-2. Ou seja, até agora o saldo sifra-se em um empate e duas derrotas, com três golos marcados e cinco sofridos. Não se pode dizer que seja propriamente encorajador.
A partida frente aos italianos foi muito fraquinha. Alinhámos com a equipa com muitos titulares, com o Jonathan Rodríguez no lugar do Lima (que vai para uma reforma dourada nos Emirados). Não conseguimos criar grandes oportunidades de golo (excepção a uma jogada do Jonas, que deveria ter rematado melhor), mas defendemos bem. O Luisão levou um segundo amarelo aos 66' e a partir daí a nossa preocupação foi basicamente não sofrer golos. Gostei bastante do Jonathan Rodríguez: possante, rápido e com remate fácil. Marcar golos na B é uma coisa, ser alternativa na principal é outra e tivemos o caso do Funes Mori para provar isso. Mas este uruguaio parece-me que, felizmente, vai por outro caminho.
Hoje alinhámos com uma equipa alternativa (só Luisão e Samaris devem ser indiscutíveis) e fizemos a melhor (talvez seja mais correcto dizer 'menos má') exibição até agora. Bastante dinâmica na primeira meia-hora, que nos valeu o golo do Pizzi numa boa combinação com o Carcela logo aos 7' e outra grande oportunidade pelo Jonathan, com uma boa defesa do guarda-redes. Infelizmente um erro inacreditável do Luisão aos 34' permitiu a igualdade aos americanos, que fizeram o golo da vitória aos 55' num chapéu em que o Ederson talvez pudesse ter feito mais. Gostei do Carcela (bom toque de bola e, se for mais objectivo, poderá tornar-se uma opção muito válida), de alguns pormenores do Taarabt (que precisa de melhorar - e muito - a condição física), do Pizzi durante quase toda a primeira parte e novamente do Jonathan. O Nelson Semedo ainda está um pouco verdinho (salvo seja!), mas demonstrou alguma personalidade. O Djuricic entrou inesperadamente bem, mas foi-se perdendo ao longo da segunda parte. O Rui Vitória ainda colocou o Gaitán, Jonas e Talisca na esperança de empatarmos, mas isso não aconteceu. Falhámos oportunidades mais do que suficientes para ganharmos o jogo e foi pena que o tivéssemos perdido com dois golos mais que evitáveis.
Temos mais dois jogos daquele lado do Atlântico, agora no México, e convinha que começássemos a ganhar, porque por muito "significativos" que sejam os "processos", se não começarmos a derrotar os adversários, não há confiança que resista.
A partida frente aos italianos foi muito fraquinha. Alinhámos com a equipa com muitos titulares, com o Jonathan Rodríguez no lugar do Lima (que vai para uma reforma dourada nos Emirados). Não conseguimos criar grandes oportunidades de golo (excepção a uma jogada do Jonas, que deveria ter rematado melhor), mas defendemos bem. O Luisão levou um segundo amarelo aos 66' e a partir daí a nossa preocupação foi basicamente não sofrer golos. Gostei bastante do Jonathan Rodríguez: possante, rápido e com remate fácil. Marcar golos na B é uma coisa, ser alternativa na principal é outra e tivemos o caso do Funes Mori para provar isso. Mas este uruguaio parece-me que, felizmente, vai por outro caminho.
Hoje alinhámos com uma equipa alternativa (só Luisão e Samaris devem ser indiscutíveis) e fizemos a melhor (talvez seja mais correcto dizer 'menos má') exibição até agora. Bastante dinâmica na primeira meia-hora, que nos valeu o golo do Pizzi numa boa combinação com o Carcela logo aos 7' e outra grande oportunidade pelo Jonathan, com uma boa defesa do guarda-redes. Infelizmente um erro inacreditável do Luisão aos 34' permitiu a igualdade aos americanos, que fizeram o golo da vitória aos 55' num chapéu em que o Ederson talvez pudesse ter feito mais. Gostei do Carcela (bom toque de bola e, se for mais objectivo, poderá tornar-se uma opção muito válida), de alguns pormenores do Taarabt (que precisa de melhorar - e muito - a condição física), do Pizzi durante quase toda a primeira parte e novamente do Jonathan. O Nelson Semedo ainda está um pouco verdinho (salvo seja!), mas demonstrou alguma personalidade. O Djuricic entrou inesperadamente bem, mas foi-se perdendo ao longo da segunda parte. O Rui Vitória ainda colocou o Gaitán, Jonas e Talisca na esperança de empatarmos, mas isso não aconteceu. Falhámos oportunidades mais do que suficientes para ganharmos o jogo e foi pena que o tivéssemos perdido com dois golos mais que evitáveis.
Temos mais dois jogos daquele lado do Atlântico, agora no México, e convinha que começássemos a ganhar, porque por muito "significativos" que sejam os "processos", se não começarmos a derrotar os adversários, não há confiança que resista.
segunda-feira, julho 20, 2015
Derrota na estreia
Perdemos com o PSG (2-3) no primeiro jogo desta pré-temporada inserido na Champions Cup. Se perder é sempre mau,
confesso que estava à espera de pior por parte da nossa equipa. Pelo que se
viu, enquanto os titulares estiveram em campo, as coisas parecem seguir uma
certa continuidade em relação ao ano passado, o que só demonstra inteligência
por parte de Rui Vitória.
Parto para esta nova época sem expectativas nenhumas e a temer o pior
(leia-se 3º lugar). Fica já dito assim logo no início para poder (desejo eu!)
vir aqui no final da temporada assumir que não percebo mesmo nada disto.
Renovei o meu Red Pass Fundador, porque obviamente o acto de respirar não se
põe em causa, mas o modo como correu o defeso, em especial com a saída do Jesus
e do Maxi, fizeram um rombo muito grande no meu optimismo. Que já não é por
norma muito grande, porque como já referi várias vezes eu só consigo descansar
quando aos 85’ estamos a ganhar por três golos de diferença. Por causa disto e
da hora tardia, deve ter sido o primeiro jogo de pré-temporada em vários anos
que só vi em diferido.
Voltando a ele, o Talisca e o Jonas marcaram os primeiros golos de 2015/16,
estivemos a perder, demos a volta ainda nos primeiros 45’ e deixámos que
houvesse nova reviravolta. Foi a diferença entre jogar com a primeira equipa na
1ª parte e o resto do plantel na 2ª. Em termos individuais, o Talisca foi dos
melhores, vai ser uma desgraça se o Gaitán sair (o golo do Jonas é 75% dele) e
dos novos jogadores não se viu praticamente nada. Mas também há que dizer que
eles entraram quase todos ao mesmo tempo na 2ª parte e, portanto, a ligação não
podia ser a melhor.
Veremos o que nos reservam as próximas partidas, mas era mesmo bom que
fizéssemos um esforço para ficar com o Gaitán… É que, com o Salvio de fora até
Janeiro, as coisas já não se adivinham nada fáceis…
P.S. – Não percebo que o Ruben Amorim esteja com a “porta aberta” da saída.
É certo que não deve estar na plenitude física, mas principalmente com a saída
do Maxi seria bom que mantivéssemos outra referência no plantel com vários anos
de casa para além do Luisão. Digo eu…
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