sexta-feira, fevereiro 13, 2026
Anísio Cabral
Vencemos o Alverca na Luz no passado domingo (2-1) e, com o empate entre o CRAC e a lagartada no dia seguinte (1-1), reduzimos a diferença para ambos, cingindo-se agora nos sete e três pontos, respectivamente. Era fundamental ganhar para recuperarmos pontos, mas só o conseguimos nos últimos minutos através do novo herói da Luz.
O Mourinho manteve a base dos últimos jogos, com excepção na titularidade do Rafa em detrimento do Sudakov. Entrámos mais devagar do que frente ao Tondela, mas inaugurámos o marcador logo aos 16’ numa recarga vitoriosa do Schjelderup a remate de trivela do Rafa, que o Matheus tinha defendido. Aparentemente o mais difícil estaria feito, só que os ribatejanos empataram aos 30’ pelo Lucas Figueiredo (já depois de terem ameaçado num lance anterior) a desviar a bola na área depois de um centro da esquerda. A partir daqui, o Sr. Bruno Costa tornou-se uma das figuras da partida, com uma série de decisões, ou melhor, não-decisões, que muito nos prejudicaram. Auxiliado pelo VAR João Casegas, houve quatro(!) lances na área do Alverca que não mereceram reparo, sendo que dois deles (na 1ª parte, empurrão ao Schjelderup e, na 2ª, atropelamento ao Leandro Barreiro), me pareceram claramente penalty. Outra figura do encontro foi o guarda-redes habitualmente suplente do Alverca, o Matheus, que fez uma série de defesas que nos impediram de marcar mais cedo.
Na 2ª parte, uma bela jogada do Schjelderup acabou dentro da baliza pelo Pavlidis por volta da hora de jogo, mas a bola tocou ligeiramente na mão dele antes de bater no peito e entrar. Ridículo estes lances! Antes disso, um desvio do Rafa tinha ido parar ao poste e, depois dele, um remate do Prestianni foi defendido pela cabeça(!) do Matheus. Parecia que tudo estava enguiçado, até que o miúdo Anísio Cabral entrou aos 86’ e, na primeira vez que tocou na bola, meteu-a dentro da baliza! Bom cruzamento do Dahl na esquerda e cabeceamento bestial do Anísio, com a bola a entrar no canto inferior direto da baliza do Matheus! Foi o delírio no estádio e a confirmação de que temos ali homem. Quer dizer, rapaz, por enquanto!
O Schjelderup foi o nosso melhor jogador quanto a mim, mas o Anísio merece destaque por ter sido decisivo. O Prestianni também esteve bem, assim como o Aursnes na posição seis. O Pavlidis atravessa uma fase de menor fulgor, mas teve azar no golo que foi invalidado.
Iremos entrar em campo daqui a pouco nos Açores frente ao Santa Clara antes nova recepção ao Real Madrid para a Champions. Não temos estado a jogar mal, mas está muito difícil fazermos golos com regularidade. Há que corrigir isso rapidamente.
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