domingo, agosto 20, 2017
Goleada tranquila
Vencemos ontem
o Belenenses na Luz por 5-0 e fizemos o pleno de vitórias à 3ª jornada. Com a ausência
por lesão do Fejsa, estava com algum receio deste jogo, mas a nossa resposta
foi categórica. Marcámos uma mão-cheia de golos e ainda nos ficámos a dever
quase outros tantos.
Para o lugar
do Fejsa e com o Samaris ainda castigado, não havia outra opção que não o
Filipe Augusto. E o que se pode dizer é que o brasileiro fez a melhor exibição
desde que chegou ao Benfica (também a bitola era tão baixa que não era difícil…),
mas destacou-se sobretudo em termos atacantes. Ora, naquela posição interessa
sobretudo defender e aí vi-o correr mais vezes atrás dos adversários do que
seria desejável. De qualquer maneira, eu ficaria bastante mais tranquilo se o
Fejsa recuperasse para Vila do Conde. Entrámos muito bem na partida e inaugurámos
o marcador logo aos 2’ numa bela cabeçada do Jonas num livre do Pizzi. Pouco
depois, o Belenenses pôs à prova o Bruno Varela pela única vez no jogo, na
sequência de um grande disparate do Eliseu, mas o nosso guarda-redes saiu-se
bem defendendo um remate complicado. Aos 28’ aumentámos a contagem através de
um remate muito colocado do Salvio de fora da área na recarga a um canto em que
o Luisão só não marcou, porque o guarda-redes Muriel defendeu por instinto.
Cinco minutos depois demos uma machadada final nas (poucas) dúvidas que
poderiam existir quando ao vencedor com o 3-0 pelo Seferovic, que correu quase
meio-campo isolado pela cabeça do Jonas e, só com o guarda-redes pela frente,
não falhou. Aos 42’ tivemos a maior injustiça do século, quando um remate em
balão do Jonas desde o meio-campo(!) fez a bola embater no poste e não entrar.
Seria o golo do milénio, definitivamente!
Na 2ª parte,
baixámos consideravelmente o ritmo, mas mesmo assim o Seferovic falhou pela
primeira vez só com o guarda-redes pela frente, atirando ao lado e não não
aproveitando um óptimo passe do Filipe Augusto (Parem as rotativas! Temos
notícia!). O Jiménez, que entretanto entrou, atirou um balázio cruzado ao poste
já perto do final e parecia que o jogo ia ficar assim, mas se marcássemos mais
dois golos ficaríamos com melhor diferença de golos do que a lagartada (ganhou 5-0 em Guimarães). E
esses dois golos aconteceram pelo inevitável Jonas: primeiro, num óptimo remate
com o pé esquerdo depois de uma boa abertura do Jiménez, e segundo a culminar
uma boa jogada atacante com um cruzamento rasteiro do Pizzi na direita. É só
simbólico em tão poucas jornadas, mas sabe bem estar na frente nem que seja
pela diferença de golos. Os aspectos menos positivos do jogo foram as saídas do
Salvio e André Almeida, ambos por lesão. Seria conveniente que jogassem para a
semana.
Em termos
individuais, destaque inevitável e merecido para o Jonas pelo seu hat-trick. O Pizzi encheu o campo e foi
um quebra-cabeças para a defesa contrária. O Cervi voltou a fazer-se notar pelo
seu espírito combativo e o Jardel caminha a passos largos para a forma que nos
habituou. O Seferovic continua não só a molhar
o bico, como a participar activamente no nosso jogo atacante e o lugar é
mais do que dele nesta altura. O Bruno Varela está com a confiança a crescer a
olhos vistos e tem resolvido bem os (poucos) problemas que lhe têm causado.
Antes da
paragem para as selecções, teremos um teste muito complicado em Vila do Conde,
cuja equipa é a par dos três grandes a única só com vitórias até agora. Por
isso mesmo, convinha mesmo recuperar os lesionados (Fejsa, Salvio e André Almeida),
porque vamos precisar de todos para seguirmos 100% vitoriosos. E isso é
fundamental, porque pelo que se viu até agora há uma grande diferença entre os
três candidatos e as outras equipas todas.
terça-feira, agosto 15, 2017
Sofrido mas merecido
Um golo do
Seferovic aos 92’ deu-nos uma vitória ontem por 1-0 em Chaves que teve tanto de
sofrida como de justa. Num campo que já se sabia que seria difícil, fizemos uma
exibição razoável e especialmente na 2ª parte subjugámos completamente os
flavienses.
O Rui
Vitória repetiu a equipa titular frente ao Braga e voltámos a entrar bem na
partida com o Salvio a ter várias oportunidades para marcar durante o primeiro
tempo. Mas ou por causa do guarda-redes Ricardo, ou por manifesta falta de
pontaria, ou por o Nuno André Coelho tirar a bola quase sobre a linha(!), nunca
o conseguiu. O lance em que foi isolado pelo Cervi e tentou um chapéu terá sido
o falhanço pior. O Chaves dava boa réplica, especialmente através da velocidade
do Matheus Pereira, emprestado pela lagartada,
mas não criava muito perigo para a nossa baliza e os poucos lances mais
difíceis foram bem resolvidos pelo Bruno Varela. Perto do intervalo, boa
iniciativa do Seferovic, novamente cortada in
extremis pelo Nuno André Coelho.
O reinício
da partida foi marcado por duas grandes oportunidades de ambos os lados: corte falhado
de cabeça do André Almeida e remate do Jorginho para grande defesa do Varela
(com a bola ainda a desviar no Luisão), e bola no poste do Jonas depois de boa
jogada do Salvio na direita, com o Cervi a ver a recarga embater num defesa. Um
remate cruzado do Cervi defendido pelo pé do Ricardo e uma cabeçada do
Seferovic por cima, quando estava em boa posição, aumentavam o rol de oportunidades
que desperdiçávamos. Vieram as substituições, com o Rui Vitória a fazer entrar
o Rafa para o lugar do Cervi e o Jiménez para o do Salvio. Entretanto num livre,
já o Luisão tinha atirado de cabeça fazendo a bola ainda tocar no poste. As
substituições afunilaram um pouco o nosso jogo, porque passámos só a jogar com
um extremo de raiz, mas foi precisamente esse extremo (Rafa) a assistir o
Seferovic, depois de uma abertura genial do Pizzi, para o suíço ter um toque de
classe que fez a bola entrar pelas pernas do guarda-redes, que estava à espera
de tudo menos de um remate de primeira daquele ângulo. Um golão! Até final
ainda entrou o Filipe Augusto para manter o meio-campo, mas o Chaves, que já
tinha revelado grandes dificuldades físicas durante a 2ª parte, não conseguiu
aproximar-se mais da nossa baliza.
O destaque
vai obviamente para o Seferovic pelo importantíssimo golo que nos permitiu não
perder pontos para os rivais que também já tinham triunfado por 1-0 nesta
jornada: a lagartada em casa frente
ao V. Setúbal, com um penalty que foi fotocópia daquele que sofreu o Lindelof
lá no ano passado (só que este não foi marcado) e o CRAC na visita ao Tondela.
O Pizzi também esteve muito bem, comandando todo o nosso jogo atacante. Os
centrais Luisão e Jardel foram dois esteios da nossa defesa, e o Eliseu levou
com o Matheus Pereira, que lhe fez a cabeça
em água na 1ª parte. Gosto muito do André Almeida, fico muito contente que
tenha renovado contrato, mas há partidas que exigem mais de um lateral-direito.
Ontem foi uma delas. O Jonas foi muito bem marcado, mas ainda teve tempo de
atirar uma bola ao poste.
Não me
venham com tretas do golo tardio, porque não só a lagartada também o teve (e de penalty), como nós temos um crédito
praticamente vitalício neste capítulo desde aqueles malfadados quatro dias em
Maio de 2013. Receberemos o Belenenses na próxima jornada antes da
complicadíssima visita a Vila do Conde. É fundamental chegarmos à primeira
pausa do campeonato com quatro vitórias, pelo que esperemos que a equipa
mantenha o nível exibicional que apresentou até agora.
quinta-feira, agosto 10, 2017
A ganhar
Depois de
nove épocas consecutivas(!!!) a não ganhar na 1ª jornada, pelo quarto ano
consecutivo conseguimos triunfar, desta feita frente ao Braga por 3-1. As boas
impressões deixadas na Supertaça confirmaram-se ontem e voltámos a realizar uma
exibição muito positiva, sendo a nossa vitória absolutamente indiscutível.
Com a mesma
equipa de Aveiro, excepção feita à entrada do Eliseu para o lugar do lesionado
Grimaldo, não entrámos muito bem na partida e nos primeiros minutos foi o Braga
a mostrar-se mais atrevido, sem no entanto criar grandes lances de perigo. Quanto
a nós, marcámos logo na primeira oportunidade que tivemos: aos 15’, o Seferovic
desmarca o Jonas na esquerda, corre para a área, o brasileiro finta um
opositor, cruza e o suíço só tem que encostar lá para dentro. Grande combinação
atacante entre os dois avançados e um bonito golo. Os 15’ seguintes foram absolutamente
loucos e, logo a seguir ao nosso golo, poderíamos ter sofrido o empate, mas o
Eliseu cortou a bola mesmo antes de ela chegar ao Rui Fonte. Um passe magistral
do Pizzi desmarcou o Seferovic sobre a esquerda e este, já de ângulo muito
apertado, desferiu um petardo que o Matheus
defendeu para canto. Jogávamos bem e um cabeceamento do Jonas passou a rasar o
poste na sequência de um canto, antes de o Salvio fazer uma burrice enorme ao
não desmarcar o Cervi na direita, preferindo antes rematar de muito longe à
baliza. O mesmo Salvio poderia ter voltado a marcar logo a seguir num remate
acrobático a centro do Cervi, mas a bola saiu por cima. O merecido segundo golo,
aliás, um golão(!), lá chegou aos 30’, num remate de primeira do Jonas sem
deixar a bola cair no chão depois de um alívio de cabeça de um defesa. À semelhança
da Supertaça, deveríamos ter ido para intervalo com o jogo resolvido e fomos
com a vantagem mínima, porque, depois de uma boa abertura do Esgaio, o Jardel
foi batido nas costas pelo Hassan, que picou a bola por cima do Bruno Varela à
saída deste aos 44’. Ainda antes do descanso, o Salvio voltou a ter uma óptima
chance praticamente na jogada a seguir, mas rematou cruzado ao lado quando só
tinha o Matheus pela frente.
A 2ª parte
não teve tantas oportunidades, mas o ritmo continuou bem interessante. Um erro
de um defesa isolou o Seferovic, mas veio o outro central e cortou a bola mesmo
antes de o suíço rematar. O Braga teve um golo bem anulado por fora-de-jogo do
Hassan e voltámos a ter dois golos de diferença aos 57’, numa boa jogada do
Cervi na esquerda que centrou para a área, o Raul Silva desviou para a baliza,
mas o Salvio ainda tocou na bola antes de ela entrar. Ainda faltava mais de
meia hora para o final, mas conseguimos controlar muito bem o jogo, com oportunidades
do Seferovic (grande remate defendido pelo guarda-redes depois de assistência
de calcanhar do Pizzi) e Jonas (remate ao lado com o Matheus já batido) para
aumentar ainda mais o marcador, tendo o Braga mais um golo bem anulado ao
Ricardo Horta também por fora-de-jogo. Em cima dos 90’, ainda deu para o Rui
Vitória promover a estreia do Diogo Gonçalves em partidas oficiais.
Em termos
individuais, voltei a gostar bastante do Seferovic, que luta, preocupa-se
sempre em dar a bola jogável, remata muito bem e marca golos (o que é que se
pode pedir mais a um avançado?!). Um dos melhores em campo foi sem dúvida o
André Almeida, não só a defender, como a ajudar no ataque, cruzando muitas
vezes de forma exemplar. Ver o Jonas jogar é sempre um regalo para os olhos e o
Pizzi faz-lhe excelente companhia. O Cervi, para mim, é indiscutível, porque ainda
para mais se farta de ajudar a defender, ao invés, o Salvio não esteve nada
bem, apesar do golo (no entanto, é tetracampeão e terá sempre o meu respeito
por isso). A defesa não esteve mal, embora o Jardel tenha responsabilidades no
golo. O Bruno Varela voltou a estar em plano razoável. O Filipe Augusto entrou
novamente para segurar o meio-campo e ajudou a consegui-lo.
Perante um
bom adversário era essencial começar a ganhar, até porque os outros dois já o
tinha feito (2-0 da lagartada em Aves
e 4-0 do CRAC em casa frente ao Estoril). Na próxima jornada, teremos uma
deslocação bastante complicada a casa do Chaves, agora treinado pelo Luís
Castro. Será um bom teste para se verificar se esta nossa subida de rendimento é
consistente.
P.S. – O vídeo-árbitro
confirmou (e bem) os golos anulados ao Braga pelo sr. Carlos Xistra, mas
infelizmente não foi requerido por este para ver dois penalties a nosso favor
(agarrão ao Jardel num canto perto do intervalo e pontapé no braço do André
Almeida já na 2ª parte). Mas há por aí uma cambada de acéfalos que acha que nós
fomos beneficiados…! Hilariante!
segunda-feira, agosto 07, 2017
Começo auspicioso

Uma rotura
muscular num jogo de futebol com amigos na passada 2ª feira atirou-me para duas
canadianas. Vi o caso mal parado nos primeiros dias (não conseguia mesmo
andar), mas a partir de meio da semana a coisa foi melhorando (de qualquer maneira, antes eu que o Jonas!). Como me disse o
meu amigo Bakero (um dos companheiros de viagem), quando soube disso pensou por
segundos que eu já não poderia ir, mas depois lembrou-se que era eu e eu só não
iria a um jogo do Benfica se estivesse mesmo a morrer! Confere. Gosto que os
meus amigos me conheçam bem…! :-) Isto tudo para dizer que lá fui para Aveiro apoiado
numa canadiana e em choque quando soube que o Júlio César não iria jogar. Quem tem
a paciência de seguir este blog habitualmente, já sabe que eu não acho que
qualquer Dudic ou Escalona sejam automaticamente génios só por vestir o manto
sagrado e claro que tive bastante receio do Bruno Varela, a quem ainda não vi
qualidades suficientes para ser uma opção válida para a nossa baliza. Aliás,
tendo o Ederson dito no relvado do Jamor, há mais de dois meses, que aquele
iria ser o último jogo dele pelo Benfica, custa-me muito aceitar que ainda não
tenhamos ido buscar um guarda-redes que pudesse competir com o Júlio César pela
titularidade. Ainda por cima, com os problemas físicos que o brasileiro tem
tido nos últimos tempos… Fizemos mais de 100 M€ em vendas e não há 10 M€ para
dar por um guarda-redes que dê garantias…?! Enfim, aguardemos, mas entretanto
começam as competições a sério e recordo que o affair Roberto nos custou uma série de pontos logo no início do
campeonato que depois nunca conseguimos recuperar. Espero que a história não se
repita. Isto tudo para dizer que o Bruno Varela, excepção ao golo do V.
Guimarães, até esteve em bom plano. Mas que é urgente que venha mais alguém é
incontestável.
Entrámos
muito fortes na partida e sufocámos o V. Guimarães durante a maior parte da
etapa inicial. Fizemos o 1-0 aos 6’ numa recarga do Jonas depois de um mau
alívio do Miguel Silva, guarda-redes contrário, a um cruzamento do Pizzi na
direita. Cinco minutos depois, aumentámos a vantagem pelo estreante Seferovic,
que foi isolado de maneira magistral pelo mesmo Pizzi e, perante o
guarda-redes, rematou cruzado por baixo do corpo dele. Grande jogada e grande
golo! A partida não poderia ter começado melhor. O V. Guimarães reduziu à beira
do intervalo, mas até lá tivemos quatro(!) oportunidades para matar de vez o
jogo: remate cruzado do André Almeida bem defendido pelo guarda-redes e três(!!!)
lances em que o Salvio está cara-a-cara com o Miguel Silva e permite sempre a
defesa deste. Incrível! Claro que se estava mesmo a ver o que iria acontecer:
aos 43’, o Varela fica aos papéis num cruzamento para a área, não afasta bem a
bola e o Raphinha marca de cabeça. Íamos para intervalo com o jogo em aberto,
quando deveria já estar mais que decidido a nosso favor!
A 2ª parte
foi completamente diferente. Não conseguimos manter o mesmo ritmo e, apesar de
o Seferovic ter chegado atrasado a um cruzamento do Jonas e ter rematado muito
torto quando até estava em boa posição, a melhor oportunidade foi sem dúvida do
V. Guimarães: aos 59’, o Hurtado ainda agora deve estar para perceber como é
que, só tendo que encostar depois de um centro da direita, conseguiu rematar
contra o seu próprio pé! Como disse logo na altura o Bakero, “volta Bryan Ruiz,
que estás perdoado!” Aos 65’, o Rui Vitória tirou o Salvio e colocou o Filipe
Augusto. Em teoria estava certo, porque estávamos claramente a perder o
meio-campo, mas dado que era o Filipe Augusto a entrar levei as mãos à cabeça…
No entanto, adoro quando a realidade me desmente de forma positiva e o
brasileiro, dado que não esteve horrível como durante a pré-temporada toda, acabou
por ter um rendimento aceitável. As coisas reequilibraram-se no meio-campo, o Grimaldo
voltou aos problemas físicos (mais do mesmo…), o que vale é que continuamos a
ter o grande Eliseu e o Pizzi permitiu a defesa do Miguel Silva, quando só
tinha pela frente, com o Seferovic a falhar a recarga. Aos 81’, entrou o
Jiménez para o lugar do esgotado Jonas e acabou com o jogo dois minutos depois:
falha de um adversário e assistência magistral do Pizzi para o mexicano marcar
um belo golo em arco. Foi o delírio! O Sr. Artur Soares Dias resolveu dar uns
inacreditáveis seis minutos de compensação, mas o resultado não se alterou.
Em termos
individuais, o Pizzi foi considerado o melhor em campo, porque esteve
directamente envolvido nos três golos. Estava a gostar bastante do Salvio, mas
não se podem falhar três oportunidades daquelas! O Jardel subiu imenso de
produção da 1ª para a 2ª parte e espero que não tenha os problemas físicos do
ano passado. O Cervi destacou-se sobretudo na ajuda à defesa, até porque o
Grimaldo está longe da condição ideal. Outro destaque indiscutível é o
Seferovic: possante, rápido para a envergadura física que tem, preocupa-se
sempre em dar a bola jogável, inclusivamente quando disputa lances de cabeça.
Marcou um grande golo e, com a entrada do Jiménez, ocupou a posição do Jonas,
coisa que eu não sabia que ele podia fazer. Assim sendo, é bom que não deixemos
sair nenhum dos outros dois avançados (até porque agora é o Mitroglou a estar
lesionado). Palavra final para o Grande Luisão que, com o seu 20º título,
passou a ser o jogador mais galardoado da história do Benfica! Parabéns, grande
capitão!
Com este
triunfo, atingimos os 82 títulos oficiais, tendo agora o CRAC a oito de distância
(74) e a lagartada a 35 (47)! Iniciaremos a tentativa da conquista do penta em
casa frente ao Braga já depois de amanhã. Espera-se que as boas indicações que
demos em Aveiro sejam mantidas. VIVA O BENFICA!
segunda-feira, julho 31, 2017
Emirates Cup
Depois da vergonha que passámos há três anos, pensei que
nunca mais fôssemos chamados para este troféu. Fomo-lo agora e mantivemos o
nível: outra vez duas derrotas, desta feita por 2-5 frente ao Arsenal no sábado
e 0-2 perante o Leipzig ontem. Se quisermos olhar para as coisas pelo lado
positivo, podemos sempre dizer que há três anos foi o início do bicampeonato
(que já não conquistávamos há 31 anos) e tivemos melhor goal average agora (2-7 contra 2-8...). Fora de brincadeira, esta
pré-época não foi nada famosa (duas vitórias e quatro derrotas) e há-de chegar
uma altura em que pré-temporadas péssimas não resultem sempre em campeonatos
conquistados. Esperemos que ainda não seja este ano...
Dos 180’ que fizemos, só se salvou a 1ª parte contra o Arsenal. Com a equipa titular (só faltou o Fejsa), até marcámos primeiro pelo Cervi, mas depois facilitámos por duas vezes na defesa e o Walcott bisou, antes de o Salvio repor a igualdade perto do intervalo. Tivemos boas combinações atacantes, mas fomos muito permeáveis lá atrás, o que, tendo em conta que o nosso trinco era o Filipe Augusto, não é propriamente de espantar... Sempre que o Arsenal acelerava um pouco, víamo-nos à rasca e isso foi notório na 2ª parte. O jogo de ontem frente ao Leipzig foi muito fraco até entrar o Jonas aos 60’. Bem acompanhado posteriormente pelo Walcott, Diogo Gonçalves e Pizzi, demos um ar da nossa graça, mas já estávamos a perder por 0-2.
Finda a pré-temporada, seis jogos já dão para tirar algumas conclusões:
1) Precisamos MESMO de um lateral-direito. Pode ser que o Buta se faça, mas não podemos estar dependentes disso no imediato. O André Almeida, espero que faça a carreira completa no Benfica, mas nunca poderá ser titular indiscutível. Quanto ao Pedro Pereira, faz-me ter saudades do Luís Filipe... (E estou a falar a sério.)
2) Alguém enganou o Filipe Augusto: ele, a ocupação do espaço e a bola são três problemáticas incompatíveis. Pode voltar para o sítio de onde veio. (O que faz com que o Samaris seja tão imprescindível no plantel quanto o Fejsa. Nem pensar em vendê-lo!)
3) O Walcott deu boas indicações, assim como o Diogo Gonçalves. Juntando ao Salvio, Cervi e Zivkovic, parece-me que temos extremos mais do que suficientes. É indiscutivelmente seguro corrigir o erro do passado de acharmos que jogadores vindos da lagartada podem resultar no Benfica. O Simão é a única excepção e, mesmo assim, não veio directamente. Buen viaje, Carrillo! (Não, não me esqueci do Rafa na lista dos extremos, apenas aguardo que ele mostre qualquer coisa mais do que ser um excelente reforço para a secção de atletismo. No ano passado, era porque não tinha feito a pré-época connosco. Este ano, vamos lá a ver qual é a desculpa...)
4) Guarda-redes. Eu ficaria mais descansado se viesse mais alguém. Tenho dúvidas que o Júlio César dure a época toda e o Bruno Varela não me inspira grande confiança. Sem ofensa, uma coisa é defender as redes do V. Setúbal, outra é o Benfica.
5) Centrais. Tenho dúvidas que o Luisão e o Jardel durem a época toda. O Lisandro é muito bom rapaz, já cá está há alguns anos, mas preferia-o como quatro central. Alguém que pudesse discutir a titularidade com os outros dois era bastante desejável.
6) Meio-campo. Mixed feelings sobre o Chrien. Muito bem com o Hull City, muito sofrível ontem. É novo, pode sempre rodar, mas sinceramente não sei se é de ficar no plantel. Quanto ao André Horta, continuo sem perceber muito bem porque é que está tão abaixo na hierarquia. A diferença de qualidade em relação ao Filipe Augusto é gritante. (OK, não é grande elogio, eu sei, mas é só comparar o tempo de jogo dos dois...)
7) Avançados. Jonas é de outra galáxia. Mitroglou, Jiménez e Seferovic são três para um lugar. Julgo que um dos dois primeiros irá sair, mas se assim for tenho pena. São ambos bicampeões e foram fundamentais para os dois títulos, enquanto o suíço, embora me pareça bom, ainda tem que provar que manterá um nível elevado durante a maior parte da época.
Para a semana, temos o primeiro troféu oficial e de hoje a um mês fecha o mercado. O nosso começo de época é bastante complicado e vamos lá a ver qual é a resposta que a equipa vai dar. Só não estou (muito) preocupado, porque a tendência dos últimos anos foi esta e enquanto a lagartada festeja em Julho, nós temo-lo feito em Maio. A bem das relações de boa vizinhança, por mim poderia ser sempre assim.
Dos 180’ que fizemos, só se salvou a 1ª parte contra o Arsenal. Com a equipa titular (só faltou o Fejsa), até marcámos primeiro pelo Cervi, mas depois facilitámos por duas vezes na defesa e o Walcott bisou, antes de o Salvio repor a igualdade perto do intervalo. Tivemos boas combinações atacantes, mas fomos muito permeáveis lá atrás, o que, tendo em conta que o nosso trinco era o Filipe Augusto, não é propriamente de espantar... Sempre que o Arsenal acelerava um pouco, víamo-nos à rasca e isso foi notório na 2ª parte. O jogo de ontem frente ao Leipzig foi muito fraco até entrar o Jonas aos 60’. Bem acompanhado posteriormente pelo Walcott, Diogo Gonçalves e Pizzi, demos um ar da nossa graça, mas já estávamos a perder por 0-2.
Finda a pré-temporada, seis jogos já dão para tirar algumas conclusões:
1) Precisamos MESMO de um lateral-direito. Pode ser que o Buta se faça, mas não podemos estar dependentes disso no imediato. O André Almeida, espero que faça a carreira completa no Benfica, mas nunca poderá ser titular indiscutível. Quanto ao Pedro Pereira, faz-me ter saudades do Luís Filipe... (E estou a falar a sério.)
2) Alguém enganou o Filipe Augusto: ele, a ocupação do espaço e a bola são três problemáticas incompatíveis. Pode voltar para o sítio de onde veio. (O que faz com que o Samaris seja tão imprescindível no plantel quanto o Fejsa. Nem pensar em vendê-lo!)
3) O Walcott deu boas indicações, assim como o Diogo Gonçalves. Juntando ao Salvio, Cervi e Zivkovic, parece-me que temos extremos mais do que suficientes. É indiscutivelmente seguro corrigir o erro do passado de acharmos que jogadores vindos da lagartada podem resultar no Benfica. O Simão é a única excepção e, mesmo assim, não veio directamente. Buen viaje, Carrillo! (Não, não me esqueci do Rafa na lista dos extremos, apenas aguardo que ele mostre qualquer coisa mais do que ser um excelente reforço para a secção de atletismo. No ano passado, era porque não tinha feito a pré-época connosco. Este ano, vamos lá a ver qual é a desculpa...)
4) Guarda-redes. Eu ficaria mais descansado se viesse mais alguém. Tenho dúvidas que o Júlio César dure a época toda e o Bruno Varela não me inspira grande confiança. Sem ofensa, uma coisa é defender as redes do V. Setúbal, outra é o Benfica.
5) Centrais. Tenho dúvidas que o Luisão e o Jardel durem a época toda. O Lisandro é muito bom rapaz, já cá está há alguns anos, mas preferia-o como quatro central. Alguém que pudesse discutir a titularidade com os outros dois era bastante desejável.
6) Meio-campo. Mixed feelings sobre o Chrien. Muito bem com o Hull City, muito sofrível ontem. É novo, pode sempre rodar, mas sinceramente não sei se é de ficar no plantel. Quanto ao André Horta, continuo sem perceber muito bem porque é que está tão abaixo na hierarquia. A diferença de qualidade em relação ao Filipe Augusto é gritante. (OK, não é grande elogio, eu sei, mas é só comparar o tempo de jogo dos dois...)
7) Avançados. Jonas é de outra galáxia. Mitroglou, Jiménez e Seferovic são três para um lugar. Julgo que um dos dois primeiros irá sair, mas se assim for tenho pena. São ambos bicampeões e foram fundamentais para os dois títulos, enquanto o suíço, embora me pareça bom, ainda tem que provar que manterá um nível elevado durante a maior parte da época.
Para a semana, temos o primeiro troféu oficial e de hoje a um mês fecha o mercado. O nosso começo de época é bastante complicado e vamos lá a ver qual é a resposta que a equipa vai dar. Só não estou (muito) preocupado, porque a tendência dos últimos anos foi esta e enquanto a lagartada festeja em Julho, nós temo-lo feito em Maio. A bem das relações de boa vizinhança, por mim poderia ser sempre assim.
domingo, julho 23, 2017
Derrota enganadora
Perdemos ontem
com o Hull City (0-1) em novo jogo no estádio do Algarve. Perante uma equipa
que desceu esta época à II Divisão inglesa, fomos claramente superiores,
especialmente na 2ª parte, e o resultado não reflecte o que se viu em campo.
Com o segundo jogo em três dias, o Rui Vitória alterou bastante a equipa e não se pode dizer que na etapa inicial os maioritariamente suplentes tenham aproveitado a oportunidade. Jogo muito lento da nossa parte, com escassas oportunidades. A 2ª foi bem melhor, apesar de termos sofrido o golo logo aos 59’ num disparate do Lisandro que tentou sair a jogar da nossa área e acabou por perder a bola. Quando entrou a artilharia pesada, as coisas melhoraram muito e, num bom lance do Seferovic, o Hull City acabou por ficar a jogar com 10, porque o suíço se preparava para ficar isolado, quando foi derrubado. No entanto, a falta de pontaria e o guarda-redes adversário impediram-nos de conseguir um resultado volumoso (sim, tivemos oportunidades para ganhar pelo menos dois jogos).
Para além do Jonas, Seferovic e Zivkovic, que mexeram bastante com a equipa, também gostei das entradas do Willock e do Chrien. Este esteve muito bem na posição oito, o que deverá tirar espaço ao André Horta que na 1ª parte poderia ter feito melhor, e o inglês parece que tem um turbo em comparação com o Carrillo (quase todos os jogadores parecem um Ferrari ao pé dele, mas enfim…). O Buta na lateral-direita pode ser que se faça jogador, mas acho muito arriscado apostar já nele a 100%. Na esquerda, o Eliseu dá garantias de uma época ao nível das anteriores, quando o Grimaldo estiver no estaleiro. Quanto aos menos, o Filipe Augusto continua sem me convencer nada, o Lisandro até nem estava a jogar mal quando teve uma das suas paragens cerebrais, e os miúdos João Carvalho e Diogo Gonçalves passaram ao lado do jogo, mas nota-se que têm toque de bola.
Já estamos em Inglaterra para o último estágio antes do início oficial da época e no próximo fim-de-semana participaremos na Emirates Cup. De preferência com melhores resultados do que da última vez que lá estivemos, sff…
Com o segundo jogo em três dias, o Rui Vitória alterou bastante a equipa e não se pode dizer que na etapa inicial os maioritariamente suplentes tenham aproveitado a oportunidade. Jogo muito lento da nossa parte, com escassas oportunidades. A 2ª foi bem melhor, apesar de termos sofrido o golo logo aos 59’ num disparate do Lisandro que tentou sair a jogar da nossa área e acabou por perder a bola. Quando entrou a artilharia pesada, as coisas melhoraram muito e, num bom lance do Seferovic, o Hull City acabou por ficar a jogar com 10, porque o suíço se preparava para ficar isolado, quando foi derrubado. No entanto, a falta de pontaria e o guarda-redes adversário impediram-nos de conseguir um resultado volumoso (sim, tivemos oportunidades para ganhar pelo menos dois jogos).
Para além do Jonas, Seferovic e Zivkovic, que mexeram bastante com a equipa, também gostei das entradas do Willock e do Chrien. Este esteve muito bem na posição oito, o que deverá tirar espaço ao André Horta que na 1ª parte poderia ter feito melhor, e o inglês parece que tem um turbo em comparação com o Carrillo (quase todos os jogadores parecem um Ferrari ao pé dele, mas enfim…). O Buta na lateral-direita pode ser que se faça jogador, mas acho muito arriscado apostar já nele a 100%. Na esquerda, o Eliseu dá garantias de uma época ao nível das anteriores, quando o Grimaldo estiver no estaleiro. Quanto aos menos, o Filipe Augusto continua sem me convencer nada, o Lisandro até nem estava a jogar mal quando teve uma das suas paragens cerebrais, e os miúdos João Carvalho e Diogo Gonçalves passaram ao lado do jogo, mas nota-se que têm toque de bola.
Já estamos em Inglaterra para o último estágio antes do início oficial da época e no próximo fim-de-semana participaremos na Emirates Cup. De preferência com melhores resultados do que da última vez que lá estivemos, sff…
sexta-feira, julho 21, 2017
Algarve Cup
Vencemos o Bétis de Sevilha por 2-1 no Estádio do Algarve e
conquistámos este troféu de pré-temporada. Foi um jogo melhor do que os
anteriores, embora ainda haja muito para corrigir.
Depois da goleada frente ao Young Boys, um novo desaire
poderia quebrar um pouco da confiança que se quer para a equipa, razão pela
qual o Rui Vitória não facilitou muito nem na equipa inicial, nem nas
substituições. Inaugurámos o marcador aos 15’ num golão do Seferovic (um
chapéu) depois de uma boa abertura do Jonas. Facilitámos na defesa aos 32’ e os
andaluzes empataram pelo Sergio León. Na 2ª parte, marcámos o golo da vitória
aos 50’, novamente pelo Seferovic bem isolado pelo Rafa.
Com três jogos já dá para tirar algumas conclusões. Por
exemplo, o Pedro Pereira é para esquecer. Pode ser muito bom rapaz e tal, mas
os tempos do Dudic e Okunowo (felizmente) já lá vão. Como alguém comentava, até
o Luís Filipe era melhor. Mesmo o Buta, que o substituiu ao intervalo, pareceu
um génio ao pé dele, mas não podemos pensar que temos Nélson Semedos aos
magotes vindos da equipa B prontos para entrar na equipa. Precisamos de um lateral-direito
e rápido. No meio-campo, o Filipe Augusto é outro que não dá. Pelo menos como
nº 8. Lento, complicativo, pouco criativo não acrescenta nada à equipa. (A
propósito, o que se passará com o André Horta...?) O Jardel terá que adquirir
rapidamente a forma. Eu sei que esteve praticamente um ano parado, mas como vai
ser titular indiscutível era bom que melhorasse rapidamente. O Seferovic é bom.
Marcou dois excelentes golos, mas estou com receio que o Mitroglou ou o Jiménez
saiam, porque três potenciais titulares para um lugar parece-me demais. O Rafa
está melhor em termos defensivos e fez um bom remate cruzado, embora tenha saído
ao lado (já é um princípio...). O Hermes não é nenhum génio, mas como o Grimaldo
passa a vida magoado e o Eliseu já não vai para novo (e também esteve lesionado
no ano passado durante um par de meses) se calhar é de o manter no plantel, até
porque o bombeiro de serviço (André
Almeida) não deverá poder ser desviado para a esquerda, porque vai ser preciso
na direita. O Júlio César também tem que ter concorrência (e boa) na baliza.
Amanhã defrontaremos o Hull City e estamos a duas semanas da Supertaça. Era muito conveniente que recebêssemos os reforços necessários a tempo de a jogarem. Um troféu oficial é sempre para ganhar.
Amanhã defrontaremos o Hull City e estamos a duas semanas da Supertaça. Era muito conveniente que recebêssemos os reforços necessários a tempo de a jogarem. Um troféu oficial é sempre para ganhar.
domingo, julho 16, 2017
Muito mau
No segundo jogo da pré-temporada, fomos ontem copiosamente
derrotados (1-5) pelo Young Boys da Suíça. Mesmo tendo em conta que três dos
golos foram apontados nos últimos 15’, já depois das muitas substituições, e
que estamos no início da época, é um resultado que não pode deixar de nos
preocupar. Sem histerismos, nem a pensar que este ano nem à Liga Europa vamos (de
certeza que há malta que já acha isso), mas também não vale a pena tapar o sol
com a peneira: sim, precisamos de reforços nalgumas posições-chave.
A partida até nem começou mal, connosco a chegar à vantagem aos 22’ num livre do Jonas que desviou na barreira e enganou o guarda-redes. Mas não a gozámos muito, porque os suíços empataram logo três minutos depois num mau alívio do Lisandro que acabou por se tornar uma assistência. Até ao intervalo, ainda sofremos uma bola no poste. Mas o pior estava guardado para a 2ª parte, com o Jonas a marcar muito mal um penalty e o Cervi a falhar só com o guarda-redes pela frente, e depois com cada bola que ia à nossa baliza a entrar, ajudada igualmente por muita inépcia futebolística principalmente da nossa defesa.
Tomando em conjunto estas duas primeiras partidas, há alguns jogadores que poderão sempre dizer aos netos que jogaram com a camisola do Benfica. Mas, para nosso bem, esperemos que seja só em jogos particulares. Outras há que são bons para estar no plantel (nenhuma equipa do mundo pode ter 24 Messis), mas nunca como titulares. Falando em titulares, há três indiscutíveis que saíram e até agora não entrou ninguém para o lugar deles. O que quer dizer que quem os está a substituir é quem já cá estava. Que era suplente deles no ano passado. Logo, não é preciso fazer um desenho para perceber se (até agora) perdemos ou não qualidade na equipa, pois não...?
A partida até nem começou mal, connosco a chegar à vantagem aos 22’ num livre do Jonas que desviou na barreira e enganou o guarda-redes. Mas não a gozámos muito, porque os suíços empataram logo três minutos depois num mau alívio do Lisandro que acabou por se tornar uma assistência. Até ao intervalo, ainda sofremos uma bola no poste. Mas o pior estava guardado para a 2ª parte, com o Jonas a marcar muito mal um penalty e o Cervi a falhar só com o guarda-redes pela frente, e depois com cada bola que ia à nossa baliza a entrar, ajudada igualmente por muita inépcia futebolística principalmente da nossa defesa.
Tomando em conjunto estas duas primeiras partidas, há alguns jogadores que poderão sempre dizer aos netos que jogaram com a camisola do Benfica. Mas, para nosso bem, esperemos que seja só em jogos particulares. Outras há que são bons para estar no plantel (nenhuma equipa do mundo pode ter 24 Messis), mas nunca como titulares. Falando em titulares, há três indiscutíveis que saíram e até agora não entrou ninguém para o lugar deles. O que quer dizer que quem os está a substituir é quem já cá estava. Que era suplente deles no ano passado. Logo, não é preciso fazer um desenho para perceber se (até agora) perdemos ou não qualidade na equipa, pois não...?
sexta-feira, julho 14, 2017
Início
Vencemos o Neuchâtel Xamax por 2-0 no primeiro jogo da pré-temporada
para a Taça Uhren. Os golos foram apontados ainda na 1ª parte, pelo Jonas de penalty
aos 5’ e pelo Seferovic (estreia a marcar é sempre de saudar) aos 19’. A
justiça da nossa vitória nunca esteve em causa, até porque o adversário, da 2ª
Divisão suíça, se revelou bastante inferior a nós.
Com as vendas do Ederson, Lindelof e Nélson Semedo, e as ausências de 11 jogadores (entre lesionados e férias prolongadas por causa das selecções), a equipa que se apresentou estava longe de ser a que vai jogar mais vezes, pelo que o interesse destes jogos é ver quem dos novos jogadores é que se pode constituir como alternativa a curto prazo. E nesse capítulo, gostei bastante do Diogo Gonçalves (a abertura para o Jonas no lance em que este é derrubado na área é brilhante). O eslovaco Chrien, apesar de um erro enorme num atraso, pareceu-me bom jogador, o toque de bola não engana e chega facilmente à área contrária. Pode ser que se torne uma alternativa válida ao Pizzi. O Seferovic, apesar do golo, nota-se que ainda não está muito à vontade nas movimentações da equipa (o contrário é que seria de espantar). No entanto, espero que a sua vinda não implique a saída do Jiménez nem do Mitroglou. Quanto aos restantes, não houve nenhuns que se tenha destacado por aí além.
O próximo teste, frente ao Young Boys que irá disputar os play-off da Champions, deverá ser mais complicado.
Com as vendas do Ederson, Lindelof e Nélson Semedo, e as ausências de 11 jogadores (entre lesionados e férias prolongadas por causa das selecções), a equipa que se apresentou estava longe de ser a que vai jogar mais vezes, pelo que o interesse destes jogos é ver quem dos novos jogadores é que se pode constituir como alternativa a curto prazo. E nesse capítulo, gostei bastante do Diogo Gonçalves (a abertura para o Jonas no lance em que este é derrubado na área é brilhante). O eslovaco Chrien, apesar de um erro enorme num atraso, pareceu-me bom jogador, o toque de bola não engana e chega facilmente à área contrária. Pode ser que se torne uma alternativa válida ao Pizzi. O Seferovic, apesar do golo, nota-se que ainda não está muito à vontade nas movimentações da equipa (o contrário é que seria de espantar). No entanto, espero que a sua vinda não implique a saída do Jiménez nem do Mitroglou. Quanto aos restantes, não houve nenhuns que se tenha destacado por aí além.
O próximo teste, frente ao Young Boys que irá disputar os play-off da Champions, deverá ser mais complicado.
domingo, julho 02, 2017
Portugal - 2 - México - 1 (a.p.)
Vencemos os
mexicanos e conseguimos o 3º lugar na Taça das Confederações. Mesmo sem o
Cristiano Ronaldo (que teve dispensa para conhecer os seus filhos gémeos) e com
bastantes alterações no onze, ficámos com o último lugar no pódio, o que não
deixa de ser meritório.
Na 1ª parte, fomos bastante superiores ao adversário e demo-nos ao luxo de falhar um penalty pelo André Silva e um golo de baliza aberta pelo Nani (cabeceou por cima).A 2ª parte começou praticamente com o golo deles (54’), num lance infeliz do Neto, que colocou a bola dentro da baliza, mas nós vingámo-nos do jogo da fase de grupos ao igualar aos 91’, num excelente pontapé de karaté do Pepe, depois de um centro do Quaresma. No prolongamento, novo penalty indiscutível a nosso favor (mão do Layún) e, ao fim de quatro falhanços, lá conseguimos finalmente marcar através do Adrien (104’). Até final, destaque negativo para os duplo amarelos a dois jogadores do Glorioso (Nélson Semedo e Raúl Jiménez) e para uma boa defesa do Rui Patrício já mesmo no final, a remate do Herrera.
Em termos individuais e falando do conjunto dos jogos, o Bernardo Silva e o Gelson Martins deixaram de ser promessas para se tornarem claramente opções para a titularidade, e o Pizzi merecia mais minutos (foi dos melhores neste último jogo). No meio-campo e à semelhança do Europeu, continuo a achar que o Danilo é bastante melhor do que o William Carvalho. O Nani estará no fim da linha (mesmo o Quaresma esteve melhor do que ele), mas não faltam opções ofensivas de modo inversamente proporcional ao que se passa no centro da defesa, em que todos já passaram dos 30 anos.
Esta participação inédita tem um travo agridoce, porque tínhamos claramente equipa para ir à final, mas ao mesmo tempo não é todos os dias que ficamos no pódio numa competição organizada pela FIFA.
Na 1ª parte, fomos bastante superiores ao adversário e demo-nos ao luxo de falhar um penalty pelo André Silva e um golo de baliza aberta pelo Nani (cabeceou por cima).A 2ª parte começou praticamente com o golo deles (54’), num lance infeliz do Neto, que colocou a bola dentro da baliza, mas nós vingámo-nos do jogo da fase de grupos ao igualar aos 91’, num excelente pontapé de karaté do Pepe, depois de um centro do Quaresma. No prolongamento, novo penalty indiscutível a nosso favor (mão do Layún) e, ao fim de quatro falhanços, lá conseguimos finalmente marcar através do Adrien (104’). Até final, destaque negativo para os duplo amarelos a dois jogadores do Glorioso (Nélson Semedo e Raúl Jiménez) e para uma boa defesa do Rui Patrício já mesmo no final, a remate do Herrera.
Em termos individuais e falando do conjunto dos jogos, o Bernardo Silva e o Gelson Martins deixaram de ser promessas para se tornarem claramente opções para a titularidade, e o Pizzi merecia mais minutos (foi dos melhores neste último jogo). No meio-campo e à semelhança do Europeu, continuo a achar que o Danilo é bastante melhor do que o William Carvalho. O Nani estará no fim da linha (mesmo o Quaresma esteve melhor do que ele), mas não faltam opções ofensivas de modo inversamente proporcional ao que se passa no centro da defesa, em que todos já passaram dos 30 anos.
Esta participação inédita tem um travo agridoce, porque tínhamos claramente equipa para ir à final, mas ao mesmo tempo não é todos os dias que ficamos no pódio numa competição organizada pela FIFA.
quinta-feira, junho 29, 2017
Portugal - 0 - Chile - 0 (0-3 pen.)
Fomos
derrotados nos penalties pela selecção chilena e perdemos uma oportunidade
(quiçá única) de ir à final da Taça das Confederações. Tal como se previa, foi
uma partida bastante equilibrada, em que a selecção da América do Sul conseguiu
ter mais bola, mas nós fizemos mais remates à baliza.
Com a recuperação física do Bernardo Silva, apresentámos a equipa que era expectável (com o José Fonte a substituir o castigado Pepe) e até entrámos bem na partida. No entanto, íamos sofrendo um golo logo nos primeiros minutos, mas o Rui Patrício fez bem a mancha. Pouco depois, era a nossa vez de falharmos uma excelente ocasião, com o André Silva a permitir a defesa do Cláudio Bravo. Até ao intervalo, houve muita luta, mas quase nenhumas chances claras de golo.
Na 2ª parte, as equipas pareceram sempre mais interessadas em não sofrer do que em marcar e até as nossas substituições correram particularmente mal, já que o Nani e o Quaresma não trouxeram nada de novo. Sem grande surpresa, fomos para prolongamento. Depois de um penalty contra nós ter sido perdoado pelo árbitro, que nem sequer solicitou a ajuda do vídeo-árbitro, no último minuto do prolongamento fomos bafejados pela sorte: bola no poste e na barra na mesma jogada!
Quando aos penalties, começaram eles, o que é logo uma desvantagem. De qualquer modo, cometemos a proeza de falhar todos os três penalties de que dispusemos! Assim, não há equipa que resista.
A equipa esteve uns furos abaixo do que se esperava, mas em termos individuais o Cédric e o William Carvalho (alvíssaras, alvíssaras!) foram dos melhores. Também gostei do Bernardo Silva enquanto teve pernas. Os centrais (José Fonte e Bruno Alves) foram irrepreensíveis.
Iremos agora jogar para os 3º e 4º lugares no próximo domingo. Haverá certamente alguma rotação na equipa, mas já agora conseguíamos o pódio, não?
Com a recuperação física do Bernardo Silva, apresentámos a equipa que era expectável (com o José Fonte a substituir o castigado Pepe) e até entrámos bem na partida. No entanto, íamos sofrendo um golo logo nos primeiros minutos, mas o Rui Patrício fez bem a mancha. Pouco depois, era a nossa vez de falharmos uma excelente ocasião, com o André Silva a permitir a defesa do Cláudio Bravo. Até ao intervalo, houve muita luta, mas quase nenhumas chances claras de golo.
Na 2ª parte, as equipas pareceram sempre mais interessadas em não sofrer do que em marcar e até as nossas substituições correram particularmente mal, já que o Nani e o Quaresma não trouxeram nada de novo. Sem grande surpresa, fomos para prolongamento. Depois de um penalty contra nós ter sido perdoado pelo árbitro, que nem sequer solicitou a ajuda do vídeo-árbitro, no último minuto do prolongamento fomos bafejados pela sorte: bola no poste e na barra na mesma jogada!
Quando aos penalties, começaram eles, o que é logo uma desvantagem. De qualquer modo, cometemos a proeza de falhar todos os três penalties de que dispusemos! Assim, não há equipa que resista.
A equipa esteve uns furos abaixo do que se esperava, mas em termos individuais o Cédric e o William Carvalho (alvíssaras, alvíssaras!) foram dos melhores. Também gostei do Bernardo Silva enquanto teve pernas. Os centrais (José Fonte e Bruno Alves) foram irrepreensíveis.
Iremos agora jogar para os 3º e 4º lugares no próximo domingo. Haverá certamente alguma rotação na equipa, mas já agora conseguíamos o pódio, não?
domingo, junho 25, 2017
Nova Zelândia - 0 - Portugal - 4
A goleada frente aos neo-zelandeses permitiu-nos ficar no 1º lugar do
grupo, tendo o México derrotado a Rússia (2-1) e ficado em segundo. Perante a
equipa mais fraca do grupo, o Fernando Santos resolveu não facilitar e colocou
a melhor equipa em campo. Mas como não há bela sem senão, o Pepe levou um
amarelo idiota e ficará de fora das meias-finais.
À semelhança do jogo frente ao México, não entrámos nada bem, mas fomo-nos recompondo ao longo da 1ª parte. Criámos perigo num cabeceamento do Cristiano Ronaldo que o guarda-redes defendeu para o poste e inaugurámos o marcador aos 33’ pelo mesmo C. Ronaldo, num penalty indiscutível sobre o Danilo na sequência de um canto. Quatro minutos depois, a partida ficou praticamente decidida, com o 2-0 numa boa abertura do Quaresma para o Eliseu, que centrou atrasado para o Bernardo Silva marcar e lesionar-se ao cair mal (saiu ao intervalo rendido pelo Pizzi).
Na 2ª parte, voltámos a entrar lentos, mas aí com a desculpa de estarmos a ganhar, e a Nova Zelândia teve uma boa oportunidade salva pela perna do Bruno Alves. Entretanto, entrou o Nani para que o C. Ronaldo pudesse descansar e selámos definitivamente o 1º lugar (o México estava a ganhar por 2-1 e, portanto, um golo deles ou da Nova Zelândia atirar-nos-ia para o 2º lugar) com o 3-0 pelo André Silva, numa boa iniciativa individual aos 80’. No início da compensação, ainda houve tempo para o Nani fazer o 4-0 num remate rasteiro de pé esquerdo.
Iremos agora defrontar o Chile nas meias-finais na próxima 4ª feira e veremos se a estupidez do Pepe não nos será prejudicial. Quando ao resto da equipa, parece-me que o Bernardo já é indiscutível e o Danilo bastante melhor do que o William Carvalho (como no Euro 2016, já agora). Teremos de ter bastante atenção, porque os chilenos serão o adversário mais difícil até agora.
À semelhança do jogo frente ao México, não entrámos nada bem, mas fomo-nos recompondo ao longo da 1ª parte. Criámos perigo num cabeceamento do Cristiano Ronaldo que o guarda-redes defendeu para o poste e inaugurámos o marcador aos 33’ pelo mesmo C. Ronaldo, num penalty indiscutível sobre o Danilo na sequência de um canto. Quatro minutos depois, a partida ficou praticamente decidida, com o 2-0 numa boa abertura do Quaresma para o Eliseu, que centrou atrasado para o Bernardo Silva marcar e lesionar-se ao cair mal (saiu ao intervalo rendido pelo Pizzi).
Na 2ª parte, voltámos a entrar lentos, mas aí com a desculpa de estarmos a ganhar, e a Nova Zelândia teve uma boa oportunidade salva pela perna do Bruno Alves. Entretanto, entrou o Nani para que o C. Ronaldo pudesse descansar e selámos definitivamente o 1º lugar (o México estava a ganhar por 2-1 e, portanto, um golo deles ou da Nova Zelândia atirar-nos-ia para o 2º lugar) com o 3-0 pelo André Silva, numa boa iniciativa individual aos 80’. No início da compensação, ainda houve tempo para o Nani fazer o 4-0 num remate rasteiro de pé esquerdo.
Iremos agora defrontar o Chile nas meias-finais na próxima 4ª feira e veremos se a estupidez do Pepe não nos será prejudicial. Quando ao resto da equipa, parece-me que o Bernardo já é indiscutível e o Danilo bastante melhor do que o William Carvalho (como no Euro 2016, já agora). Teremos de ter bastante atenção, porque os chilenos serão o adversário mais difícil até agora.
quinta-feira, junho 22, 2017
Rússia - 0 - Portugal - 1
Vencemos
ontem a selecção anfitriã da Taça das Confederações e estamos a um empate de
nos qualificarmos para as meias-finais. Como o próximo adversário é a já eliminada
Nova Zelândia, era só o que mais faltava não passarmos à fase seguinte.
Com jogos de três em três dias, o Fernando Santos mexeu na equipa e a entrada do Bernardo Silva foi fundamental para a melhoria exibicional da selecção. Especialmente na 1ª parte, dominámos completamente os russos que sentiram imenso o nosso golo logo aos 8’, num belo centro do Raphael Guerreiro a que o Cristiano Ronaldo correspondeu com uma óptima cabeçada. Tivemos mais algumas oportunidades, mas o Akinfeev lá foi resolvendo. Na 2ª parte, as coisas alteraram-se, os russos foram muito mais pressionantes, mas acabámos por ser nós a ter as melhores oportunidades em contra-ataque, com o André Silva e Cédric a proporcionaram ao guardião russo óptimas defesas, e o C. Ronaldo a falhar incrivelmente de cabeça um golo feito. Num canto no último minuto, só não aconteceu o empate, porque o cabeceamento de um jogador russo saiu ligeiramente por cima.
No outro grupo, o Chile tem os mesmos pontos, mas vantagem na diferença de golos perante a Alemanha e veremos o que nos reservam os últimos jogos dos grupos para saber o emparelhamento das meias-finais.
Com jogos de três em três dias, o Fernando Santos mexeu na equipa e a entrada do Bernardo Silva foi fundamental para a melhoria exibicional da selecção. Especialmente na 1ª parte, dominámos completamente os russos que sentiram imenso o nosso golo logo aos 8’, num belo centro do Raphael Guerreiro a que o Cristiano Ronaldo correspondeu com uma óptima cabeçada. Tivemos mais algumas oportunidades, mas o Akinfeev lá foi resolvendo. Na 2ª parte, as coisas alteraram-se, os russos foram muito mais pressionantes, mas acabámos por ser nós a ter as melhores oportunidades em contra-ataque, com o André Silva e Cédric a proporcionaram ao guardião russo óptimas defesas, e o C. Ronaldo a falhar incrivelmente de cabeça um golo feito. Num canto no último minuto, só não aconteceu o empate, porque o cabeceamento de um jogador russo saiu ligeiramente por cima.
No outro grupo, o Chile tem os mesmos pontos, mas vantagem na diferença de golos perante a Alemanha e veremos o que nos reservam os últimos jogos dos grupos para saber o emparelhamento das meias-finais.
segunda-feira, junho 19, 2017
Portugal - 2 - México - 2
Empatámos ontem
na estreia na Taça das Confederações que decorre na Rússia. Perante um
adversário que se mostrou durante algum tempo muito mais aguerrido do que nós,
tivemos a inteligência de nos colocar por duas vezes em vantagem, mas deixá-la
fugir já nos descontos.
O Fernando
Santos inovou ao colocar o Nani e Quaresma de início, relegando o André Silva
para o banco. E se o jogador do Besiktas foi dos melhores, marcando o nosso
primeiro golo aos 34’, depois de uma abertura fabulosa do Cristiano Ronaldo na
sequência de um deslize de um defesa mexicano, já o do Valência passou ao lado
do jogo. Em cima do intervalo, aos 43’, o México empatou pelo Javier Hernandéz
num falhanço incrível do Raphael Guerreiro que terá feito dos piores jogos de
sempre com a camisola da selecção.
Na 2ª parte,
estivemos melhor do que os mexicanos, mas só conseguimos marcar aos 86’ pelo Cédric,
numa jogada de insistência dele em que aproveitou uma assistência do Herrera. No entanto, num canto já depois dos 90’, o
José Fonte (outro que esteve muito mal) preocupou-se mais em não deixar o Héctor
Moreno jogar a bola, mas este conseguiu na mesma cabecear e fazer a igualdade.
Com a vitória
da Rússia perante a Nova Zelândia, não podemos mesmo perder frente à equipa da
casa na próxima jornada. Há que aproveitar bem a oportunidade de disputar este
troféu, porque será provavelmente uma ocasião única (convenhamos que ganhar
outra vez um Europeu ou um Mundial não será muito provável).
segunda-feira, junho 12, 2017
Letónia - 0 - Portugal - 3
Vencemos em
Riga na 6ª feira e, com a vitória da Suíça nas Ilhas Faroé (2-0), continuamos
três pontos atrás dos helvéticos na qualificação para o Mundial da Rússia. Na
1ª parte, tivemos algumas dificuldades em conseguir espaços para criar perigo e
só dois remates fora da área do Cristiano Ronaldo proporcionaram boas intervenções
do guarda-redes. No entanto, aos 41’, lá conseguimos marcar num cabeceamento do
José Fonte ao poste e recarga vitoriosa também de cabeça do C. Ronaldo.
Tendo feito o mais difícil neste tipo de jogos, que é sempre marcar o primeiro golo, a exibição melhorou substancialmente na 2ª parte e fizemos mais dois: aos 63’, centro do entretanto entrado Quaresma que ressaltou num defesa e foi parar à cabeça do C. Ronaldo, e quatro minutos depois tudo ficou selado com um óptimo roubo de bola do André Silva à saída da área dos letões, o William Carvalho dá de primeira para o C. Ronaldo, que assiste o mesmo André Silva para este rematar cruzado à saída do guarda-redes. Até final, controlámos perfeitamente o jogo, sem deixar o adversário criar perigo.
A grande surpresa desta ronda foi a vitória de Andorra sobre a Hungria (1-0) e a ida a Budapeste será o teste mais difícil antes da recepção à Suíça na última jornada. Teremos de ganhar todos os quatro jogos até final para ficarmos em primeiro lugar no grupo. Como o primeiro factor de desempate é a diferença de golos (e neste campo levamos dez de vantagem), nem sequer temos de superar o 0-2 de Basileia. Basta-nos ganhar o jogo.
Tendo feito o mais difícil neste tipo de jogos, que é sempre marcar o primeiro golo, a exibição melhorou substancialmente na 2ª parte e fizemos mais dois: aos 63’, centro do entretanto entrado Quaresma que ressaltou num defesa e foi parar à cabeça do C. Ronaldo, e quatro minutos depois tudo ficou selado com um óptimo roubo de bola do André Silva à saída da área dos letões, o William Carvalho dá de primeira para o C. Ronaldo, que assiste o mesmo André Silva para este rematar cruzado à saída do guarda-redes. Até final, controlámos perfeitamente o jogo, sem deixar o adversário criar perigo.
A grande surpresa desta ronda foi a vitória de Andorra sobre a Hungria (1-0) e a ida a Budapeste será o teste mais difícil antes da recepção à Suíça na última jornada. Teremos de ganhar todos os quatro jogos até final para ficarmos em primeiro lugar no grupo. Como o primeiro factor de desempate é a diferença de golos (e neste campo levamos dez de vantagem), nem sequer temos de superar o 0-2 de Basileia. Basta-nos ganhar o jogo.
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