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sábado, setembro 29, 2012

Lima

Vencemos em Paços de Ferreira (2-1) e, com o empate hoje do CRAC em Vila do Conde, voltámos à liderança do campeonato com mais um golo marcado. Foi uma vitória muito complicada perante uma equipa que nos criou bastantes problemas, especialmente na 1ª parte. Mas a justiça é inquestionável como o treinador adversário, Paulo Ferreira, veio reconhecer no final (coitado, este só chegou agora e ainda não percebeu bem o que se pode ou não dizer publicamente…).

Mal o jogo começou houve logo uma falha de luz que o interrompeu durante alguns minutos. Mas, quando se retomou a partida, pareceu que nós ainda ficámos a dormir. Sofremos um golo aos 16’ quando o Salvio não acompanhou o lateral que pôde centrar à vontade e o Jardel se deixou antecipar pelo avançado (estou convencido que com o Luisão a bola não teria entrado). Felizmente conseguimos empatar logo a seguir, num frango do Cassio muito bem aproveitado pela ratice do Lima. Até ao intervalo tivemos mais uma soberana ocasião, mas o Salvio falhou o remate quando tinha a baliza escancarada.

Na 2ª parte, o Jesus colocou o Gaitán no lugar do Nolito e melhorámos a nossa produção. Não acho que o espanhol estivesse muito mal, mas o que é certo é que a substituição melhorou o rendimento da equipa. Começou o festival de oportunidades falhadas, a bola do Gaitán que vai ao poste depois de novo frango do guarda-redes é inacreditável, o picar de bola ao lado do Enzo Pérez também deveria ter tido melhor sorte, mas lá fizemos o golo da vitória aos 72’ novamente pelo Lima. Jogada de insistência pela direita, com a participação do Rodrigo, Maxi e Gaitán e o brasileiro a não falhar. Até final, continuámos a desperdiçar oportunidades, mas o Paços só criou perigo num remate cruzado, se considerarmos que na magnífica defesa do Artur foi assinalado um fora-de-jogo.

Como não sou revisionista nem apago a história à maneira estalinista, digo já muito claramente: quando o Lima veio para o Benfica por 4,5 M€, a seis meses de ficar um jogador livre, e na sequência das saídas do Nélson Oliveira e Saviola, torci bastante o nariz. Achei mesmo desnecessário, até porque o último melhor marcador do campeonato que tínhamos contratado se chamava… Marcel. 106 minutos e três golos depois, é com grande prazer que admito que estava errado. O Lima é de facto um matador e praticamente que já se pagou. Voltei a gostar bastante do Enzo Pérez na posição do Witsel e o Melgarejo cumpriu mais uma vez. Ao invés, o Maxi Pereira parece-me muito longe da melhor forma, o Salvio também não teve um jogo muito feliz (apesar de quase ter marcado um golão), assim como o Rodrigo.

Foi bom termos conseguido uma vitória ultrapassando uma desvantagem no marcador, voltamos a estar em 1º lugar e agora é descansar bem para recebermos a melhor equipa da história do futebol na próxima 3ª feira. É um jogo em que não temos nada a perder e portanto só temos que desfrutar dele.

segunda-feira, setembro 24, 2012

LADRÃO

Empatámos em Coimbra (2-2) num jogo demonstrativo que, infelizmente, parece que se está à espera de uma tragédia para que as coisas neste lamaçal que é o futebol português possam finalmente mudar. Sinceramente, só uma grande falta de coluna vertebral pode permitir que se goste de ganhar campeonatos desta maneira, mas está visto que coluna é algo de estranho para os adeptos de um determinado clube. O Sr. Carlos Xistra, MAIS UMA VEZ, espoliou-nos num jogo de futebol. O Sr. Carlos Xistra… lembram-se? Ou é preciso recordar-vos? Não me digam que já se esqueceram?

Entrámos muitíssimo bem e aos 5' já podíamos estar a ganhar por 2-0, com duas bolas no poste do Cardozo e Rodrigo. A Académica só criou perigo quando o fiscal-de-linha não assinalou um fora-de-jogo de 2 metros! Era o começo de mais um ROUBO DE IGREJA. Aos 25’ o Maxi saltou fora da área com um adversário e o Sr. Xistra não só considerou falta, como marcou penalty! O lance é tanto ou mais discutível quanto na 2ª parte há pelo menos duas situações muito parecidas na área da Académica e… nada assinalado, claro! Até final da 1ª parte, o Cardozo ainda rematou de cabeça e o guarda-redes Ricardo defendeu para o poste. Portanto, ao intervalo: Xistra – 1- poste – 3.

A 2ª parte começou com um penalty a nosso favor, depois de uma brilhante jogada do Salvio, e a respectiva expulsão do defesa por ter desviado com a mão um remate do Nolito (entrado ao intervalo para o lugar do inoperante Bruno César) que levava a direcção da baliza. O Cardozo não tremeu e empatámos. Aos 65’, o Jesus resolveu colocar o Aimar e tirar o Enzo Pérez, que estava a ser o melhor do Benfica. Não acho que tenhamos ganho muito com a substituição. O Cardozo continuava a falhar golos (teve pelo menos mais três boas oportunidades) até o Sr. Xistra entrar novamente em acção: aos 70’, o Garay toca na bola, que bate no pé do adversário, ressalta para a frente e depois há o choque entre os dois. Mais um penalty, num lance que nem falta foi… O melhor que conseguimos foi empatar aos 86’, através de um golão do Lima, que entretanto tinha entrado. Eu, que tinha grandes dúvidas na sua contratação, não tenho problemas nenhuns em admitir que ele já se começou a pagar.

Em termos individuais, o Salvio e o Enzo Pérez foram os melhores. Como já disse, a substituição do segundo foi um erro. O Cardozo esteve imensamente perdulário e o Rodrigo só se mostrou nos primeiros 20’. O Bruno César foi um zero e o Nolito deveria ter entrado ainda na 1ª parte. E foi para fazer aquilo que se contratou o Lima. Não acho de todo que a nossa exibição tenha sido má e podemos também culpar os postes por não termos tido uma vitória (que, ainda por cima, deveria ter sido tranquila).

Quanto ao Sr. Xistra, não há muito mais a acrescentar. Mais uma época a inclinar o campeonato num determinado sentido. Quantos anos faltam mesmo para este GATUNO acabar a carreira? E não pode pedir a reforma antecipada?!

quinta-feira, setembro 20, 2012

Razoável

Empatámos (0-0) em Glasgow frente ao Celtic na estreia da Liga dos Campeões este ano. Pelo post anterior, podem depreender que considero um resultado positivo (que eu não estava nada à espera) dadas todas as condicionantes que havia para este jogo. Com a equipa remendada como estava, a nossa exibição acabou por não ser nada má, apesar de o Celtic se ter mostrado um adversário fraco.

Com a equipa que tínhamos a 30 de Agosto, um empate nesta partida seria um resultado péssimo. Apesar de, e a estatística serve para alguma coisa, este Celtic só ter um derrota europeia no currículo europeu da Champions. Com a equipa como está hoje, mantivemos a tradição de não marcar em Glasgow (já lá vão quatro jogos), mas conseguimos fazer história ao não perder pela primeira vez. Sem Maxi e Luisão (já para não falar do Javi García e Witsel), com o André Almeida, o Jardel e o Enzo Pérez a fazer de belga, não se pode de todo considerar este um resultado negativo. O jogo foi pouco entusiasmante, com poucas oportunidades, mas mesmo assim as melhorzinhas foram da nossa parte. O Rodrigo e o Gaitán, este por mais de uma vez, poderiam ter marcado, mas do ponto de vista defensivo não se pode dizer que a nossa baliza tenha corrido verdadeiro perigo.

Em termos individuais, gostei bastante do Jardel (não se sentiu a falta do Luisão), que se mostrou sempre muito concentrado, e a lobotomia feita ao André Almeida resultou na plenitude (sim, eu estive no Benfica – Santa Clara no ano passado e vi essa pré-época, e não pode ser o mesmo jogador!), tendo ele cumprido sem mácula (das poucas vezes que se entusiasmou e se pôs a inventar correu mal, mas pronto…). O Enzo Pérez não esteve mal a fazer de Witsel (com óbvias diferenças) e permitiu que o Aimar jogasse mais adiantado, mas El Mago não esteve nada feliz, com muitos passes falhados. O Gaitán esforçou-se o habitual em jogos da Champions e o Salvio não esteve particularmente inspirado, assim como o Rodrigo. O Garay dá um toque de classe indispensável à defesa e o Melgarejo não comprometeu. O Matic não fez esquecer o Javi (duvido que o consiga), mas esteve bem, e o Artur teve muito pouco trabalho. O Cardozo, entretanto entrado, teve um cabeceamento perigoso e o Bruno César um remate que passou perto da barra. O Nolito dá sempre um toque de imprevisibilidade ao jogo e, se calhar, poderia ter entrado mais cedo.

Ainda me assustei com a vantagem do Spartak no marcador, mas no final imperou a lógica e o Barça ganhou, o que é bom para nós, porque nas nossas contas do apuramento espera-se que os catalães ganhem os quatro jogos contra os russos e escoceses. Na próxima jornada, recebemos Messi & Cia e só temos que desfrutar dessa oportunidade. Se conseguirmos não perder, será fabuloso.

quarta-feira, setembro 19, 2012

Antevisão

Há muito poucas coisas mais importantes na minha vida do que o Benfica. Mas isto não faz com que eu ache que baste vestir a camisola do Glorioso para que um Roberto seja um clone do Preud’homme ou que um Beto se torne automaticamente um Thern mais moreno (já que a cor do cabelo era igual…). Esta manutenção de um pouco de racionalidade numa questão clubística vem a propósito do jogo de hoje em Glasgow frente ao Celtic.

Há 20 dias, tínhamos uma baixa de vulto para esta partida (Maxi Pereira), cortesia do Sr. Skomina, que não quisemos colmatar (também, se o homem não tem suplente à altura há quase quatro anos, não seria por um jogo que valeria a pena…). Vinte dias volvidos, iremos entrar em campo sem quatro titulares indiscutíveis, dois dos quais já não fazem parte do plantel e o terceiro é só o capitão de equipa que vai ter umas férias prolongadas graças a uma idiotice num jogo particular que não foi sanada a tempo e horas.

Portanto, vamos jogar num terreno onde temos três derrotas em três jogos, sem nenhum golo marcado, com uma defesa com dois suplentes, um lateral-esquerdo em adaptação e só um central indiscutível. Para além disso, no meio-campo ainda teremos o Aimar para correr atrás dos adversários quando não tenhamos a bola. Pois… Como diz o D’Arcy, e bem, a Champions neste formato só nos serve para equilibrarmos as contas (duvido que alguma vez tenhamos a sorte de outros a defrontarem nas meias-finais e final adversários que passados poucos anos estavam nas divisões secundárias…) e é bom que dentro do clube se lembrem que (também) foi por causa do deslumbre desta competição que deitámos a perder o campeonato no ano passado, mas mesmo assim convinha não fazer má figura…

Com estas vicissitudes todas, não posso deixar de registar o ar confiante do nosso treinador quando disse que estamos preparados para colmatar estas ausências. Disse-o com a mesma convicção com que eu digo que vamos dar 3-0 ao Barça…

Mas, como o futebol é imprevisível, pode ser que aconteça um milagre destes. Ou destes.

P.S. – Os velhos Nuno Gomes e Saviola têm, respectivamente, quatro golos em seis jogos pelo Blackburn e dois em três pelo Málaga. É só para registar o facto. (O que vale é que para compensar a saída do segundo,  com 30 anos, fomos buscar um avançado muito mais novo…)

quinta-feira, setembro 13, 2012

Bétis

Empatámos 1-1 em Portimão com o Bétis de Sevilha num encontro particular que serviu para tentar manter o ritmo, já que as competições nacionais estão no meio de duas semanas de paragem (ainda não consegui perceber porque é que não há campeonato esta semana, dado que a Taça de Portugal ainda não tem as equipas da I Liga).

Da equipa habitualmente titular, faltaram o Cardozo, Garay e Maxi Pereira, mas os outros estavam lá todos. A 1ª parte teve momentos interessantes, mas só marcámos no início da 2ª pelo Gaitán. No entanto, o Bétis conseguiu empatar num grande golo (chapéu ao Artur) e o resultado manteve-se até final.

Tendo ficado sem o coração da equipa no fecho do mercado, o meio-campo foi constituído pelo Matic e Aimar. E não é preciso ser vidente para perceber que vamos ter grandes problemas de futuro. O Aimar não é obviamente para andar a correr atrás dos adversários quando não temos a bola, como o Witsel fazia, e o próprio Matic é bom que não se lesione até Janeiro (ontem houve um lance em que ficou no chão e o jornalista da Benfica TV ia tendo um treco, tal como eu…). Portanto, esta dupla é boa para a maioria dos jogos em que tenhamos maioritariamente que atacar, mas os buracos que se formaram pelo meio neste jogo, bastou o Matic ser batido, não auguram nada de bom. Gostei de algumas movimentações do André Gomes, que entrou na 2ª parte, mas é utópico pensar que um jovem saído da equipa B possa ser de imediato uma solução. O Gaitán esteve mexido, o que é bom sinal, já que convinha que jogasse alguma coisita até Janeiro. O Miguel Vítor não esteve particularmente feliz no lugar do Maxi, mas é bom que melhore porque vai ser titular em Glasgow. O Lima confirmou aquilo que eu já suspeitava: tem bastantes dificuldades para dominar a bola e não me parece de todo que possa fazer perigar o lugar do Cardozo (a não ser para aqueles que têm por hábito esquecer-se do cérebro em casa e assobiar o paraguaio). Mas pronto como foi o primeiro jogo dele, vamos dar algum tempo de adaptação ao clube. Afinal, marcar golões logo na estreia não é para todos…

O próximo jogo é em Glasgow frente ao Celtic e vamos lá a ver como é que aquele meio-campo vai funcionar. Cheira-me que vai haver sempre bastantes golos nos nossos jogos, mas infelizmente não só para o nosso lado…

quarta-feira, setembro 12, 2012

Rumo ao Brasil

A selecção nacional venceu os dois primeiros jogos da qualificação para o Mundial 2014. Na passada 6ª feira, frente ao Luxemburgo fora de casa (2-1) e ontem frente ao Azerbaijão em Braga (3-0). Foram duas partidas distintas, mas o essencial foi garantido e estamos com a Rússia isolados na frente do grupo com 6 pontos, tendo todas as outras equipas um.

Uma festa de anos de um amigo não me permitiu ver bem a 1ª parte do jogo contra o Luxemburgo, mas do pouco que vi (e deu para apanhar o golos deles) confirmei o que depois veio escrito: a selecção fez turismo durante metade do 1º tempo. Lá conseguimos empatar antes do intervalo pelo C. Ronaldo, num lance em que há falta ofensiva do Meireles. Na 2ª parte, o Postiga enganou-se e marcou o golo da vitória, tendo nós passados os últimos minutos algo inquietos, embora o adversário não tivesse criado verdadeiro perigo. Ah, e continuamos a saga das bolas aos postes (creio que foram duas).

Ontem, as coisas foram bem melhores. Durante a 1ª parte, estive a dividir a atenção entre as fintas de corpo do C. Ronaldo e Nani, e o jogo de cintura do Sr. Ministro das Finanças a tentar justificar o pornográfico e inadmissível aumentos dos impostos. Mesmo assim, deu para ver que três bolinhas foram aos postes, o que juntamente com duas ou três defesas bestiais do guarda-redes e outros tantos falhanços de baliza aberta justificavam o 0-0 ao intervalo. Na 2ª parte, o massacre continuou, foi do C. Ronaldo a quarta bola ao poste e o Varela, acabadinho de entrar, desbloqueou finalmente o jogo aos 65’. A partir daqui, foi mais fácil, ainda houve a quinta(!) bola ao poste, mas o Postiga e o Bruno Alves marcaram nos últimos cinco minutos e lá selámos um resultado muito escasso.

Na Rússia para o mês que vem, espero que confirmemos a boa exibição de ontem e que a equipa adversária entre em campo só com 11 e não com 13: já chega de bolas aos postes!

segunda-feira, setembro 03, 2012

Matic

Vencemos o Nacional por 3-0, com dois golos do Cardozo e um do Rodrigo, e continuamos na liderança do campeonato com vantagem de golos sobre o CRAC. Foi uma vitória justa, totalmente construída na 2ª parte, perante um adversário que nos criou bastantes problemas na 1ª.

Da etapa inicial, quase nem vale a pena falar. Entrámos devagar, mudámos para a passo e acabámos quase parados. Foram 45’ deitados à rua, com o Witsel a fazer de Javi García e o Carlos Martins, mas ambos parecendo um pouco perdidos em campo. A única situação a destacar é o remate ao poste do Salvio, depois de um toque de calcanhar do C. Martins. O Nacional fez vários ataques perigosos e poderia inclusive ter chegado à vantagem. Antes do intervalo, o C. Martins teve que ser substituído pelo Matic, porque contraiu a sua enésima lesão muscular.

E foi o sérvio que mudou o cariz do jogo na 2ª parte. Subimos no terreno, passámos a ganhar bolas no meio-campo contrário e a nossa baliza nunca mais passou pelas mesmas aflições do 1º tempo. O Matic foi o tampão a meio-campo que o Javi costumava ser. Chegámos à vantagem numa boa jogada do Maxi pela direita, que centrou para o Cardozo só encostar de cabeça aos 51’. A jogada começou uma óptima variação de flanco do Melgarejo. Cinco minutos depois, acabámos com o jogo com uma iniciativa fabulosa do Salvio pela direita e um centro milimétrico para a cabeça do Rodrigo. O Nacional ainda criou um ou outro lance, mas sempre com perigo relativo e mesmo no final da partida fizemos o 3-0, novamente pelo Cardozo, num remate rasteiro de pé esquerdo, depois de uma assistência do Aimar, que entretanto tinha entrado.

Terceiro jogo no campeonato, terceira vez que o Salvio é dos melhores em campo. Outro jogo fabuloso de um jogador genial e que é um prazer ver com a camisola do Glorioso. Referência também obviamente para o Matic, cuja entrada foi fundamental para a vitória, e para os dois golos do Cardozo (espero que não tenham sido os últimos, o mercado na Rússia demora tanto tempo a fechar…!). O Rodrigo voltou a mexer-se bem, mas o Enzo Pérez não me convence na esquerda. O Artur também não esteve perfeito (uma ou outra saída extemporânea e pouco habitual) e o Melgarejo não comprometeu. Ah, e é sempre um prazer quando o Aimar entra em campo: a bola fica logo com olhos.

O campeonato vai parar agora por três(!) semanas por causa das selecções (ainda não consegui que me explicassem porque é que não vai haver jornada no fim-de-semana de 15 e 16 de Setembro…), o que vai fazer com que o nosso próximo jogo seja já a 1ª jornada da Champions em Glasgow. Onde não vamos ter o Maxi por causa da expulsão em Chelsea…

sábado, setembro 01, 2012

O fecho do mercado

Expliquem-me, como se eu fosse mesmo muito estúpido”. Muito obrigado.

quinta-feira, agosto 30, 2012

Sorteio da Liga dos Campeões

Barcelona
BENFICA
Spartak Moscovo
Celtic

Celtic – BENFICA: 19 Set.
BENFICA – Barcelona: 2 Out.
Spartak Moscovo – BENFICA: 23 Out.
BENFICA – Spartak Moscovo: 7 Nov.
BENFICA – Celtic: 20 Nov.
Barcelona – BENFICA: 5 Dez.

Pelo post anterior, podem depreender que gostei do sorteio. Vamos ver a melhor equipa da história do futebol ao vivo na Luz e aquele que será possivelmente o melhor jogador de todos os tempos. Livramo-nos de os apanhar nos oitavos e, mesmo que sejamos goleados, não perderemos mais do que três pontos. Serão dois jogos onde não temos nada a perder, nem prestígio, porque este Barça já goleou grandes equipas. Vai ser um prazer!

O Celtic garante uma grande receita, porque geralmente vem com 10.000 (bem-dispostos) adeptos atrás. E temos duas boas recordações dos jogos com eles em casa. Quanto ao Spartak de Moscovo, dado que ficou para o fim do sorteio juntamente com a Juventus(!), acabou por ser um mal menor.

Quanto a contas de apuramento, acho que é nossa obrigação conseguir um mínimo de oito pontos (duas vitórias em casa e dois empates fora frente a Celtic e Spartak) e isso dar-nos-á o apuramento, partindo do princípio que o Barça ganha os quatro jogos frente aos outros dois. Um ponto frente a Messi & Cia. seria extraordinário.

O calendário é que não nos foi muito favorável. Poderemos chegar ao fim da 3ª jornada com dois pontos, o que não será necessariamente mau para o apuramento, mas animicamente não será bom. Uma coisa é certa: teremos que garantir o apuramento antes da última jornada!

Divaguemos sobre o sorteio

Como no ano passado, quase que acertei na mouche, vamos repetir a brincadeira.

Pote “Este era o que eu queria”:
Barcelona
BENFICA
Ajax
Nordsjaelland

Até conseguir ver o Messi ao vivo, irei sempre torcer para que nos calhe o Barcelona na fase de grupos. Com o Ajax, seriam dois jogos com tradição e, como geralmente nos damos bem com equipas holandesas, poderíamos ter boas hipóteses. Este grupo tem a mais-valia de não levarmos com o Barça nos oitavos.

Pote “O 1º lugar é possível”:
Arsenal
BENFICA
Anderlecht
BATE
De todos os cabeças-de-série, acho que os gunners serão os que estarão mais ao nosso alcance até porque geralmente nos damos bem com equipas inglesas. Com o Anderlecht e o BATE, é para um mínimo de 10 pontos.

Pote “E não querem que joguemos ao pé-coxinho para ser ainda mais difícil?”:
Real Madrid
BENFICA
Juventus
Borrusia Dortmund
Sem comentários…

Pote “Se formos parar à Liga Europa, ao menos é com honra”:
Bayern Munique
BENFICA
Juventus
Montpellier
Perspectivas de grandes jogos e casas-cheias na Luz, com o vice-campeão europeu e dois campeões nacionais. Repetir a Juventus é uma necessidade, porque perder a qualificação para os oitavos para o campeão italiano, que está no pote 3(!), não seria desprestigiante.

(E agora uma inovação em relação ao ano passado) Pote “Nós e os novos-ricos do futebol europeu”:
Chelsea
BENFICA
Paris Saint-Germain
Málaga
Nome, história e tradição (x1) vs. dinheiro (x3). Quem ganharia?

Escaldado com o ano passado, o meu desejo esta época é conseguir o 2º lugar no grupo, ter uma eliminatória entusiasmante com um tubarão nos oitavos e depois concentramo-nos é no campeonato, e deixarmo-nos (o nós majestático é para não escrever só o nome do nosso treinador…) de sonhos utópicos. A passagem para os oitavos é essencial para as finanças, especialmente se (como espero) não vendermos ninguém até depois de amanhã. Por isso, a (conquista da) Liga Europa pode esperar este ano. TEMOS é que ser campeões nacionais!

* Publicado em simultâneo com a Tertúlia Benfiquista.

segunda-feira, agosto 27, 2012

Goleada

Vencemos em Setúbal por 5-0 e juntámo-nos a umas quantas equipas na frente do campeonato com 4 pontos. Foi um jogo mais fácil do que se esperava, porque o Amoreirinha resolveu fazer uma entrada a pés juntos em tesoura logo aos 8’ e o Sr. Jorge Sousa mostrou-lhe o vermelho directo. A jogar com mais um, abrimos imensas avenidas na defesa contrária e os golos foram surgindo.

A partida fica marcada pela expulsão precoce, mas tivemos o mérito de saber aproveitar isso. Com o Salvio a partir a defesa contrária, fomos criando lances de perigo e chegámos à vantagem aos 14’ numa boa abertura do Enzo Pérez para o Melgarejo assistir o Rodrigo, que só teve que encostar. O V. Setúbal ainda proporcionou ao Artur uma grande defesa, mas aos 30’ fizemos o 2-0 com uma recarga do Salvio a uma cabeçada do Cardozo, que tinha sido defendida pelo guarda-redes. E mesmo em cima do intervalo, acabámos de vez com as dúvidas com o 3-0 noutra recarga, desta feita do Enzo Pérez depois de nova boa jogada do Salvio.

Com a partida decidida, o Jesus resolveu começar a fazer as substituições mais cedo. Entraram aos 55’ o Carlos Martins e o Nolito e saíram o Cardozo e o Javi García. Pouco depois, entrou igualmente o Aimar para o lugar do Enzo Pérez e a bola voltou a ter olhos. Marcámos mais dois golos, pelo Nolito (67’) e novamente o Rodrigo (81’), o Salvio ainda atirou uma bola ao poste de cabeça, e construímos um sem-número de jogadas que poderiam ter resultado em mais golos.

Em termos individuais, destaque para o Salvio e o Rodrigo. O argentino joga, faz jogar e marca (só precisa de afinar os centros) e o nº 19 marca e não pára quieto na frente de ataque. Também gostei da resposta do Melgarejo depois do que se passou frente ao Braga. O resto da equipa esteve num nível médio-alto e até o Enzo Pérez começa a mostrar qualquer coisa.

Por causa das vicissitudes da partida, ainda não deu para perceber bem a nossa forma actual (contra dez é mais fácil), mas esta vitória foi boa para nos acalmarmos um pouco depois do início falhado de campeonato.

P.S. – Só uma pergunta aos antibenfiquistas que virão ladrar por causa da arbitragem: agradeço que me indiquem onde está escrito o minuto a partir do qual se pode expulsar um jogador que tem uma entrada a pés juntos em tesoura.

domingo, agosto 19, 2012

Invenções mantêm tradição

Empatámos em casa frente ao Braga e pelo 8º, eu repito, oitavo ano(!) consecutivo não entramos no campeonato a ganhar.

Depois de uma 1ª parte equilibrada, mas em que o ascendente foi do Braga, colocámo-nos em vantagem aos 49’ com um golo do Salvio depois de uma boa jogada entre o Bruno César e o Rodrigo. No entanto, o Braga (a propósito, esta cor do equipamento alternativo deles ainda ajuda mais a detestá-los) deu a volta ao marcador em menos de 10’ através de dois erros do Melgarejo (autogolo e mau alívio). Conseguimos ainda igualar com um penalty (indiscutível, por mão na bola) do Cardozo a 16’ do fim. Mas apesar de ter havido um segundo amarelo no penalty não se notou nada a nossa superioridade numérica no tempo restante e mantivemos esta triste tradição de quase uma década…

A evidente má exibição do Benfica levanta-me as seguintes dúvidas sobre o espírito inventivo do nosso treinador:

1) O Rodrigo e o Salvio fizeram a sua estreia absoluta na equipa esta época e foram ambos titulares. Estranho, mas correu bem, porque foram os nossos dois melhores jogadores;

2) O Bruno César andou a jogar a pré-época toda a nº 10 e no início do campeonato joga a extremo? Foi dos nossos piores jogadores, só se salvando a participação no lance do golo;

3) A perder, o Jesus não só tira os dois melhores jogadores, como coloca um médio ofensivo em vez de um avançado. Resultado? Nunca mais chegámos à área contrária com perigo;

4) O melhor marcador da pré-temporada (e dos poucos jogadores do plantel que sabe rematar fora da área) ficou no banco os 90’;

5) Eu gosto do Melgarejo, e até já aqui escrevi que pode dar um bom defesa-esquerdo, mas hoje ficou evidente que precisamos de um “plano B” que possa tornar-se “plano A”, ou seja, PRECISAMOS DE IR AO MERCADO BUSCAR UM LATERAL-ESQUERDO! Mas espero que não se crucifique o homem por causa destes dois erros, até porque ele pode ser útil a extremo;

6) Os três substitutos (Nolito, Enzo Pérez e Aimar) não trouxeram nada ao nosso jogo, antes pelo contrário. O espanhol terá feito das piores exibições com a camisola do Benfica, a diferença do Enzo Pérez para o Salvio é abissal e não se podia pedir mais ao Aimar que não jogava desde 14 de Julho! (Já disse que o Carlos Martins ficou o tempo todo no banco?);

7) Termino com uma nota positiva: o Salvio demonstrou que pode ser uma das maiores pechinchas da nossa história. Como diz o Scolari, “o ruim é que é caro” e o argentino pode juntar-se ao Simão e ao Cardozo como três dos jogadores mais baratos do Benfica.

Enfim, foi mais do mesmo na 1ª jornada: oito anos, quatro deles da responsabilidade do actual treinador. Como tenho comentado com amigos benfiquistas, acho que esta época vai ser sempre positiva: ou somos campeões e isso é fantástico, ou vamos finalmente ver-nos livres das teimosias que nos custam títulos. O segundo caso teve belos exemplos neste jogo…

P.S. – O Sr. Soares Dias teve uma arbitragem com alguns erros, mas não acho que não tenhamos ganho por causa dele. O lance do Alan é para segundo amarelo (se fosse o Maxi ou um adversário do CRAC não escaparia), mas também errou ao mostrar o segundo amarelo no penalty, quando não tinha sido o Douglão, mas sim o Custódio a fazê-lo. O golo é mal anulado, porque o Cardozo não toca no Beto (a propósito, once a pig, always a pig, a simulação de agressão é NOJENTA!), mas naquele caso 90% dos árbitros marcaria falta por ser na pequena-área.

sábado, agosto 11, 2012

Fantochada

O nosso jogo em Düsseldorf frente ao Fortuna foi interrompido aos 39’, quando estava ainda 0-0, na sequência da cena mais inacreditável que eu vi num campo de futebol até hoje. Mas já lá vamos. Quanto ao (pouco) jogo que houve, também não se viu muito Benfica. Com o Saviola a titular e o Witsel no banco, pareceu-me que o Jesus quis mostrar a toda a gente a falta que o belga faz na equipa e, se tiver que sair, que seja mesmo pela cláusula dos 40 M€.

O Javi García passou-se e deu duas cacetadas quase seguidas. Na primeira, levou o amarelo e na segunda ia levar o segundo amarelo, quando o Luisão se aproximou do Sr. Christian Fischer, para o tentar impedir de mostrar o cartão, e acabou por chocar com ele. Numa das repetições, pareceu-me que o Luisão escorrega quando já está muito próximo do Sr. Christian Fischer, razão pela qual lhe terá tocado com o peito. De qualquer maneira, é óbvio que um capitão do Benfica não se pode dirigir a um árbitro (por muito Olegário ou Proença que seja) daquela maneira. O que se passou a seguir seria caso para os Apanhados se não nos pudesse custar muito caro. O Sr. Christian Fischer fingiu um desmaio, ficou um bocado no chão, depois levantou-se pelo próprio pé e foi para os balneários com os fiscais-de-linha! Absolutamente surreal! Todos os elementos das duas equipas ficaram estupefactos e o trio de arbitragem não voltou ao campo, tendo o jogo terminado naquela altura.

Vamos por partes:

1) Uma pessoa de determinada envergadura desmaiar porque recebe uma peitada de outra deve ser inédito a nível mundial;

2) O Sr. Christian Fischer poderia simplesmente ter expulsado o Luisão e prosseguido com o jogo;

3) O Sr. Christian Fischer poderia ter feito o que fez, assumindo que não tinha condições para prosseguir com o jogo, SEM a parte do desmaio, que tornou tudo muito suspeito;

4) Se o Sr. Christian Fischer achava que não estava em condições de prosseguir com o jogo, o quarto árbitro está lá por alguma razão;

5) Porque é que o Sr. Christian Fischer não expulsou simplesmente o Luisão? Porque sabe perfeitamente que assim o Luisão teria um ou dois jogos de suspensão em vez de poder ser um castigo mais prolongado no tempo;

6) O que é que o Sr. Christian Fischer, um árbitro alemão desconhecido, tem contra o Benfica? Porque é que faz uma cena destas, sabendo perfeitamente que isto pode custar muito caro ao Luisão e ao nosso clube?

É aqui que eu não acredito em coincidências. Desculpem lá, mas não acredito! Para mim, ao contrário dos tribunais portugueses, um “café” não é só um café, uma “fruta” não é só uma fruta e um “chocolatinho” não é só um chocolatinho. Isto é demasiado suspeito, inédito e surreal para ser só “por acaso”, para ser só um “que azar teve o Benfica ao apanhar um árbitro maluco”.

Não acreditam que os tentáculos de um polvo possam chegar tão longe? Alguém se lembra, aqui há uns tempos, de uma decisão de um tribunal desportivo europeu de primeira instância de punição de um determinado clube que misteriosamente foi revogada por um tribunal de segunda instância, quando isso RARAMENTE acontece na Uefa? Pois… Continuem todos a assobiar para o lado e a achar que o desporto não tem o seu antónimo…

Vamos lá a ver o que acontece ao Luisão. Já li algures por aí que poderá ser só castigado na Liga dos Campeões. Se assim for, já será muito bom. Espero que isto seja um MEGA-ALERTA para os nossos responsáveis sobre o que nos espera esta época. Não nos ponhamos a pau, não…!

P.S. - Antecipando-me ao que muitos sem vergonha na cara vão advogar neste caso, é sempre bom recordar

quinta-feira, agosto 02, 2012

Competitivo

Empatámos com a Juventus (1-1) no penúltimo jogo antes do começo oficial da época. Foi pena, porque nos colocámos em vantagem a 2’ do fim, mas mesmo assim consentimos a igualdade a dez(!) segundos do final da compensação!

Perante o 2º clube mais corrupto do mundo, que foi campeão italiano sem derrotas, fizemos uma exibição bastante razoável. A 1ª parte foi equilibrada e quase pareceu um jogo oficial, já que nos deram cabo do Gaitán logo a abrir a partida. Aliás, a Juventus fartou-se de distribuir fruta, o que dada as semelhanças com um certo clube, não é de estranhar… A surpresa na nossa equipa foi o Michel ser titular na frente do ataque e até teve bons apontamentos.

Na 2ª parte, entrou o Cardozo cujo maior entrosamento com os colegas melhorou a nossa exibição. O jogo também foi mais aberto e o Artur até defendeu um penalty. A provar que a Juventus é mesmo da família do CRAC, na outra área uma mão descarada não foi punida… Deve ser para nos habituarmos desde a pré-temporada ao que temos que levar o ano inteiro… Um óptimo centro do Luisinho, entretanto entrado, proporcionou ao Cardozo um desvio de cabeça à matador. Mas infelizmente o mesmo Luisinho teve uma perda de bola infantil, que deu o empate quando o árbitro provavelmente já tinha o apito na boca para acabar o jogo.

Gostei do Melgarejo, que confirma cada vez mais que pode ser uma boa solução para a lateral-esquerda. O Witsel é um senhor jogador e só espero que não tenha sido o seu último jogo pelo Benfica (mas, a sê-lo, que ao menos saia mesmo pelos 40 M€). O Tacuara continua monótono como sempre foi, só sabe marcar golos… O Artur, para além do penalty, teve uma ou duas saídas muito importantes. Voltei a não gostar do Enzo Pérez que, com a chegada do Salvio, bem pode ir pregar para outras freguesias e o Maxi Pereira também me parece longe da melhor forma.

Foi pena a igualdade consentida daquela forma, mas é bom ver o Glorioso jogar taco-a-taco com o campeão italiano.

sábado, julho 28, 2012

Eusébio Cup

Vencemos um Real Madrid B por 5-2 e voltámos a conquistar o troféu que homenageia o melhor jogador português de todos os tempos. Não deu para ser um teste muito a sério, mas acabou por ser uma partida bastante agradável.

Perante uma equipa tão desfalcada, era natural que nos impuséssemos apesar de depois de o Javi García ter feito o 1-0, o Callejón ter virado o marcador e o Witsel ter imitado o Javi (mas é que imitou mesmo) e restabelecido a igualdade que durou até ao intervalo. Quatro golos em 22’ não foi nada mau. Na 2ª parte, deu para aplaudir o Fábio Coentrão de pé, mas só existimos nós e fizemos mais três golos: dois pelo Enzo Pérez (o primeiro, um mau centro que resultou num golão) e o outro pelo Carlos Martins numa óptima jogada colectiva. Ficam aqui algumas considerações acerca deste jogo:

1) De quem foi a ideia de convidar o Real Madrid para a Eusébio Cup em ano de Europeu? Não se estava mesmo a ver que a probabilidade de vir com uma equipa B eram inversamente proporcionais à do CRAC de ganhar um campeonato de forma limpa?!

2) Quem foi a alminha que se lembrou de colocar este jogo a preços de quartos-de-final de Liga dos Campeões?! Já não bastava o pornográfico aumento dos cativos por causa do IVA (uma cartinha a explicar o porquê, ‘tá quieto!), não só deixou de haver “jogo de apresentação”, como ainda se pede 30€ para um sócio com cativo na central para ver um Real Madrid B. Ou os dirigentes do Benfica acham que cada adepto tem um jazigo de petróleo em causa ou então enlouqueceram de vez. Tanta asneira junta, valha-me Aimar! (Estiveram 35.000 adeptos? Com preços decentes, poderíamos ter tido o estádio cheio…)

3) A razão do empréstimo do Carlos Martins no ano passado (sim, vou bater muitas vezes nesta tecla) é algo que eu gostaria muito de saber. Hoje foram “só” duas assistências, um golo e a participação noutro.

4) Correndo o risco de vir a engolir estas palavras no futuro, o Ola John por 9 M€ não pode apresentar o (des)controlo de bola que apresenta. Começo a ficar preocupado, porque Djaló já temos um, mas ao menos esse veio a custo zero. (Quanto é que custava o Salvio mesmo…?)

5) Espero que com estes dois golos, o Enzo Pérez mostre um bocadinho mais de vontade em cá ficar e justifique os 5,5 M€ que pagámos por ele. Dava jeito.

6) O objectivo é sermos campeões nacionais e para o nosso campeonato o Melgarejo na lateral-esquerda serve perfeitamente. Quantos jogos por ano cá no burgo é que nós passamos mais tempo a defender do que a atacar? Meia dúzia? Então, chega. Ele tem um excelente controlo de bola, é rápido e centra bem. Três factores que estavam ausentes da lateral-esquerda no ano passado. Ficamos a ganhar.

7) Se tivermos que vender o Witsel, acho que podemos começar a pensar na próxima época…

8) Ó Cardozo, já mudavas a cor de metade das tuas botas, não? E o que é que terá passado pela cabeça dos responsáveis da Adidas?! Aquelas listas verticais laterais no equipamento do Artur eram da cor que me pareceu…?!?!