quinta-feira, setembro 20, 2012
Razoável
Empatámos (0-0) em Glasgow frente ao Celtic na estreia da Liga dos Campeões
este ano. Pelo post anterior, podem depreender que considero um resultado
positivo (que eu não estava nada à espera) dadas todas as condicionantes que
havia para este jogo. Com a equipa remendada como estava, a nossa exibição acabou
por não ser nada má, apesar de o Celtic se ter mostrado um adversário fraco.
Com a equipa que tínhamos a 30 de Agosto, um empate nesta partida seria um resultado péssimo. Apesar de, e a estatística serve para alguma coisa, este Celtic só ter um derrota europeia no currículo europeu da Champions. Com a equipa como está hoje, mantivemos a tradição de não marcar em Glasgow (já lá vão quatro jogos), mas conseguimos fazer história ao não perder pela primeira vez. Sem Maxi e Luisão (já para não falar do Javi García e Witsel), com o André Almeida, o Jardel e o Enzo Pérez a fazer de belga, não se pode de todo considerar este um resultado negativo. O jogo foi pouco entusiasmante, com poucas oportunidades, mas mesmo assim as melhorzinhas foram da nossa parte. O Rodrigo e o Gaitán, este por mais de uma vez, poderiam ter marcado, mas do ponto de vista defensivo não se pode dizer que a nossa baliza tenha corrido verdadeiro perigo.
Em termos individuais, gostei bastante do Jardel (não se sentiu a falta do Luisão), que se mostrou sempre muito concentrado, e a lobotomia feita ao André Almeida resultou na plenitude (sim, eu estive no Benfica – Santa Clara no ano passado e vi essa pré-época, e não pode ser o mesmo jogador!), tendo ele cumprido sem mácula (das poucas vezes que se entusiasmou e se pôs a inventar correu mal, mas pronto…). O Enzo Pérez não esteve mal a fazer de Witsel (com óbvias diferenças) e permitiu que o Aimar jogasse mais adiantado, mas El Mago não esteve nada feliz, com muitos passes falhados. O Gaitán esforçou-se o habitual em jogos da Champions e o Salvio não esteve particularmente inspirado, assim como o Rodrigo. O Garay dá um toque de classe indispensável à defesa e o Melgarejo não comprometeu. O Matic não fez esquecer o Javi (duvido que o consiga), mas esteve bem, e o Artur teve muito pouco trabalho. O Cardozo, entretanto entrado, teve um cabeceamento perigoso e o Bruno César um remate que passou perto da barra. O Nolito dá sempre um toque de imprevisibilidade ao jogo e, se calhar, poderia ter entrado mais cedo.
Ainda me assustei com a vantagem do Spartak no marcador, mas no final imperou a lógica e o Barça ganhou, o que é bom para nós, porque nas nossas contas do apuramento espera-se que os catalães ganhem os quatro jogos contra os russos e escoceses. Na próxima jornada, recebemos Messi & Cia e só temos que desfrutar dessa oportunidade. Se conseguirmos não perder, será fabuloso.
Com a equipa que tínhamos a 30 de Agosto, um empate nesta partida seria um resultado péssimo. Apesar de, e a estatística serve para alguma coisa, este Celtic só ter um derrota europeia no currículo europeu da Champions. Com a equipa como está hoje, mantivemos a tradição de não marcar em Glasgow (já lá vão quatro jogos), mas conseguimos fazer história ao não perder pela primeira vez. Sem Maxi e Luisão (já para não falar do Javi García e Witsel), com o André Almeida, o Jardel e o Enzo Pérez a fazer de belga, não se pode de todo considerar este um resultado negativo. O jogo foi pouco entusiasmante, com poucas oportunidades, mas mesmo assim as melhorzinhas foram da nossa parte. O Rodrigo e o Gaitán, este por mais de uma vez, poderiam ter marcado, mas do ponto de vista defensivo não se pode dizer que a nossa baliza tenha corrido verdadeiro perigo.
Em termos individuais, gostei bastante do Jardel (não se sentiu a falta do Luisão), que se mostrou sempre muito concentrado, e a lobotomia feita ao André Almeida resultou na plenitude (sim, eu estive no Benfica – Santa Clara no ano passado e vi essa pré-época, e não pode ser o mesmo jogador!), tendo ele cumprido sem mácula (das poucas vezes que se entusiasmou e se pôs a inventar correu mal, mas pronto…). O Enzo Pérez não esteve mal a fazer de Witsel (com óbvias diferenças) e permitiu que o Aimar jogasse mais adiantado, mas El Mago não esteve nada feliz, com muitos passes falhados. O Gaitán esforçou-se o habitual em jogos da Champions e o Salvio não esteve particularmente inspirado, assim como o Rodrigo. O Garay dá um toque de classe indispensável à defesa e o Melgarejo não comprometeu. O Matic não fez esquecer o Javi (duvido que o consiga), mas esteve bem, e o Artur teve muito pouco trabalho. O Cardozo, entretanto entrado, teve um cabeceamento perigoso e o Bruno César um remate que passou perto da barra. O Nolito dá sempre um toque de imprevisibilidade ao jogo e, se calhar, poderia ter entrado mais cedo.
Ainda me assustei com a vantagem do Spartak no marcador, mas no final imperou a lógica e o Barça ganhou, o que é bom para nós, porque nas nossas contas do apuramento espera-se que os catalães ganhem os quatro jogos contra os russos e escoceses. Na próxima jornada, recebemos Messi & Cia e só temos que desfrutar dessa oportunidade. Se conseguirmos não perder, será fabuloso.
quarta-feira, setembro 19, 2012
Antevisão
Há muito poucas
coisas mais importantes na minha vida do que o Benfica. Mas isto não faz com
que eu ache que baste vestir a camisola do Glorioso para que um Roberto seja um
clone do Preud’homme ou que um Beto se torne automaticamente um
Thern mais moreno (já que a cor do cabelo era igual…). Esta manutenção de um
pouco de racionalidade numa questão clubística vem a propósito do jogo de hoje
em Glasgow frente ao Celtic.
Há 20 dias,
tínhamos uma baixa de vulto para esta partida (Maxi Pereira), cortesia do Sr.
Skomina, que não quisemos colmatar (também, se o homem não tem suplente à
altura há quase quatro anos, não seria por um jogo que valeria a pena…). Vinte
dias volvidos, iremos entrar em campo sem quatro titulares indiscutíveis, dois
dos quais já não fazem parte do plantel e o terceiro é só o capitão de equipa
que vai ter umas férias prolongadas graças a uma idiotice num jogo particular
que não foi sanada a tempo e horas.
Portanto, vamos
jogar num terreno onde temos três derrotas em três jogos, sem nenhum golo marcado,
com uma defesa com dois suplentes, um lateral-esquerdo em adaptação e só um
central indiscutível. Para além disso, no meio-campo ainda teremos o Aimar para
correr atrás dos adversários quando não tenhamos a bola. Pois… Como diz o
D’Arcy, e bem, a Champions neste formato só nos serve para equilibrarmos as
contas (duvido que alguma vez tenhamos a sorte de outros a defrontarem nas
meias-finais e final adversários que passados poucos anos estavam nas divisões
secundárias…) e é bom que dentro do clube se lembrem que (também) foi por causa
do deslumbre desta competição que deitámos a perder o campeonato no ano
passado, mas mesmo assim convinha não fazer má figura…
Com estas
vicissitudes todas, não posso deixar de registar o ar confiante do nosso
treinador quando disse que estamos preparados para colmatar estas ausências.
Disse-o com a mesma convicção com que eu digo que vamos dar 3-0 ao Barça…
P.S. – Os velhos Nuno Gomes e Saviola têm, respectivamente, quatro golos em seis jogos pelo
Blackburn e dois em três pelo Málaga. É só para registar o facto. (O que vale é
que para compensar a saída do segundo, já com 30 anos, fomos buscar um
avançado muito mais novo…)
quinta-feira, setembro 13, 2012
Bétis
Empatámos 1-1 em Portimão com o Bétis de Sevilha num
encontro particular que serviu para tentar manter o ritmo, já que as
competições nacionais estão no meio de duas semanas de paragem (ainda não
consegui perceber porque é que não há campeonato esta semana, dado que a Taça
de Portugal ainda não tem as equipas da I Liga).
Da equipa habitualmente titular, faltaram o Cardozo, Garay e
Maxi Pereira, mas os outros estavam lá todos. A 1ª parte teve momentos
interessantes, mas só marcámos no início da 2ª pelo Gaitán. No entanto, o Bétis
conseguiu empatar num grande golo (chapéu ao Artur) e o resultado manteve-se
até final.
Tendo ficado sem o coração da equipa no fecho do mercado,
o meio-campo foi constituído pelo Matic e Aimar. E não é preciso ser vidente
para perceber que vamos ter grandes problemas de futuro. O Aimar não é
obviamente para andar a correr atrás dos adversários quando não temos a bola,
como o Witsel fazia, e o próprio Matic é bom que não se lesione até Janeiro
(ontem houve um lance em que ficou no chão e o jornalista da Benfica TV ia
tendo um treco, tal como eu…). Portanto, esta dupla é boa para a maioria dos
jogos em que tenhamos maioritariamente que atacar, mas os buracos que se
formaram pelo meio neste jogo, bastou o Matic ser batido, não auguram nada de
bom. Gostei de algumas movimentações do André Gomes, que entrou na 2ª parte,
mas é utópico pensar que um jovem saído da equipa B possa ser de imediato uma
solução. O Gaitán esteve mexido, o que é bom sinal, já que convinha que jogasse
alguma coisita até Janeiro. O Miguel Vítor não esteve particularmente feliz no
lugar do Maxi, mas é bom que melhore porque vai ser titular em Glasgow. O Lima
confirmou aquilo que eu já suspeitava: tem bastantes dificuldades para dominar
a bola e não me parece de todo que possa fazer perigar o lugar do Cardozo (a
não ser para aqueles que têm por hábito esquecer-se do cérebro em casa e
assobiar o paraguaio). Mas pronto como foi o primeiro jogo dele, vamos dar
algum tempo de adaptação ao clube. Afinal, marcar golões logo na estreia não
é para todos…
O próximo jogo é em Glasgow frente ao Celtic e vamos lá a
ver como é que aquele meio-campo vai funcionar. Cheira-me que vai haver sempre
bastantes golos nos nossos jogos, mas infelizmente não só para o nosso lado…
quarta-feira, setembro 12, 2012
Rumo ao Brasil
A selecção nacional
venceu os dois primeiros jogos da qualificação para o Mundial 2014. Na passada
6ª feira, frente ao Luxemburgo fora de casa (2-1) e ontem frente ao Azerbaijão
em Braga (3-0). Foram duas partidas distintas, mas o essencial foi garantido e
estamos com a Rússia isolados na frente do grupo com 6 pontos, tendo todas as
outras equipas um.
Uma festa de anos
de um amigo não me permitiu ver bem a 1ª parte do jogo contra o Luxemburgo, mas
do pouco que vi (e deu para apanhar o golos deles) confirmei o que depois veio
escrito: a selecção fez turismo durante metade do 1º tempo. Lá conseguimos
empatar antes do intervalo pelo C. Ronaldo, num lance em que há falta ofensiva
do Meireles. Na 2ª parte, o Postiga enganou-se e marcou o golo da vitória,
tendo nós passados os últimos minutos algo inquietos, embora o adversário não
tivesse criado verdadeiro perigo. Ah, e continuamos a saga das bolas aos postes
(creio que foram duas).
Ontem, as coisas
foram bem melhores. Durante a 1ª parte, estive a dividir a atenção entre as
fintas de corpo do C. Ronaldo e Nani, e o jogo de cintura do Sr. Ministro das
Finanças a tentar justificar o pornográfico e inadmissível aumentos dos impostos. Mesmo
assim, deu para ver que três bolinhas foram aos postes, o que juntamente com
duas ou três defesas bestiais do guarda-redes e outros tantos falhanços de
baliza aberta justificavam o 0-0 ao intervalo. Na 2ª parte, o massacre
continuou, foi do C. Ronaldo a quarta bola ao poste e o Varela, acabadinho de
entrar, desbloqueou finalmente o jogo aos 65’. A partir daqui, foi mais fácil,
ainda houve a quinta(!) bola ao poste, mas o Postiga e o Bruno Alves marcaram
nos últimos cinco minutos e lá selámos um resultado muito escasso.
Na Rússia para o mês que vem, espero que confirmemos a boa exibição de ontem e que a equipa adversária entre em campo só com 11 e não com 13: já chega de bolas aos postes!
segunda-feira, setembro 03, 2012
Matic
Vencemos o Nacional por 3-0, com dois golos do Cardozo e um do Rodrigo, e
continuamos na liderança do campeonato com vantagem de golos sobre o CRAC. Foi
uma vitória justa, totalmente construída na 2ª parte, perante um adversário que
nos criou bastantes problemas na 1ª.
Da etapa inicial, quase nem vale a pena falar. Entrámos devagar, mudámos para a passo e acabámos quase parados. Foram 45’ deitados à rua, com o Witsel a fazer de Javi García e o Carlos Martins, mas ambos parecendo um pouco perdidos em campo. A única situação a destacar é o remate ao poste do Salvio, depois de um toque de calcanhar do C. Martins. O Nacional fez vários ataques perigosos e poderia inclusive ter chegado à vantagem. Antes do intervalo, o C. Martins teve que ser substituído pelo Matic, porque contraiu a sua enésima lesão muscular.
E foi o sérvio que mudou o cariz do jogo na 2ª parte. Subimos no terreno, passámos a ganhar bolas no meio-campo contrário e a nossa baliza nunca mais passou pelas mesmas aflições do 1º tempo. O Matic foi o tampão a meio-campo que o Javi costumava ser. Chegámos à vantagem numa boa jogada do Maxi pela direita, que centrou para o Cardozo só encostar de cabeça aos 51’. A jogada começou uma óptima variação de flanco do Melgarejo. Cinco minutos depois, acabámos com o jogo com uma iniciativa fabulosa do Salvio pela direita e um centro milimétrico para a cabeça do Rodrigo. O Nacional ainda criou um ou outro lance, mas sempre com perigo relativo e mesmo no final da partida fizemos o 3-0, novamente pelo Cardozo, num remate rasteiro de pé esquerdo, depois de uma assistência do Aimar, que entretanto tinha entrado.
Terceiro jogo no campeonato, terceira vez que o Salvio é dos melhores em campo. Outro jogo fabuloso de um jogador genial e que é um prazer ver com a camisola do Glorioso. Referência também obviamente para o Matic, cuja entrada foi fundamental para a vitória, e para os dois golos do Cardozo (espero que não tenham sido os últimos, o mercado na Rússia demora tanto tempo a fechar…!). O Rodrigo voltou a mexer-se bem, mas o Enzo Pérez não me convence na esquerda. O Artur também não esteve perfeito (uma ou outra saída extemporânea e pouco habitual) e o Melgarejo não comprometeu. Ah, e é sempre um prazer quando o Aimar entra em campo: a bola fica logo com olhos.
O campeonato vai parar agora por três(!) semanas por causa das selecções (ainda não consegui que me explicassem porque é que não vai haver jornada no fim-de-semana de 15 e 16 de Setembro…), o que vai fazer com que o nosso próximo jogo seja já a 1ª jornada da Champions em Glasgow. Onde não vamos ter o Maxi por causa da expulsão em Chelsea…
Da etapa inicial, quase nem vale a pena falar. Entrámos devagar, mudámos para a passo e acabámos quase parados. Foram 45’ deitados à rua, com o Witsel a fazer de Javi García e o Carlos Martins, mas ambos parecendo um pouco perdidos em campo. A única situação a destacar é o remate ao poste do Salvio, depois de um toque de calcanhar do C. Martins. O Nacional fez vários ataques perigosos e poderia inclusive ter chegado à vantagem. Antes do intervalo, o C. Martins teve que ser substituído pelo Matic, porque contraiu a sua enésima lesão muscular.
E foi o sérvio que mudou o cariz do jogo na 2ª parte. Subimos no terreno, passámos a ganhar bolas no meio-campo contrário e a nossa baliza nunca mais passou pelas mesmas aflições do 1º tempo. O Matic foi o tampão a meio-campo que o Javi costumava ser. Chegámos à vantagem numa boa jogada do Maxi pela direita, que centrou para o Cardozo só encostar de cabeça aos 51’. A jogada começou uma óptima variação de flanco do Melgarejo. Cinco minutos depois, acabámos com o jogo com uma iniciativa fabulosa do Salvio pela direita e um centro milimétrico para a cabeça do Rodrigo. O Nacional ainda criou um ou outro lance, mas sempre com perigo relativo e mesmo no final da partida fizemos o 3-0, novamente pelo Cardozo, num remate rasteiro de pé esquerdo, depois de uma assistência do Aimar, que entretanto tinha entrado.
Terceiro jogo no campeonato, terceira vez que o Salvio é dos melhores em campo. Outro jogo fabuloso de um jogador genial e que é um prazer ver com a camisola do Glorioso. Referência também obviamente para o Matic, cuja entrada foi fundamental para a vitória, e para os dois golos do Cardozo (espero que não tenham sido os últimos, o mercado na Rússia demora tanto tempo a fechar…!). O Rodrigo voltou a mexer-se bem, mas o Enzo Pérez não me convence na esquerda. O Artur também não esteve perfeito (uma ou outra saída extemporânea e pouco habitual) e o Melgarejo não comprometeu. Ah, e é sempre um prazer quando o Aimar entra em campo: a bola fica logo com olhos.
O campeonato vai parar agora por três(!) semanas por causa das selecções (ainda não consegui que me explicassem porque é que não vai haver jornada no fim-de-semana de 15 e 16 de Setembro…), o que vai fazer com que o nosso próximo jogo seja já a 1ª jornada da Champions em Glasgow. Onde não vamos ter o Maxi por causa da expulsão em Chelsea…
sábado, setembro 01, 2012
quinta-feira, agosto 30, 2012
Sorteio da Liga dos Campeões
Barcelona
BENFICA
Spartak Moscovo
Celtic
Celtic – BENFICA: 19 Set.
BENFICA – Barcelona: 2 Out.
Spartak Moscovo – BENFICA: 23 Out.
BENFICA – Spartak Moscovo: 7 Nov.
BENFICA – Celtic: 20 Nov.
Barcelona – BENFICA: 5 Dez.
BENFICA
Spartak Moscovo
Celtic
Celtic – BENFICA: 19 Set.
BENFICA – Barcelona: 2 Out.
Spartak Moscovo – BENFICA: 23 Out.
BENFICA – Spartak Moscovo: 7 Nov.
BENFICA – Celtic: 20 Nov.
Barcelona – BENFICA: 5 Dez.
Pelo post anterior, podem depreender que gostei do sorteio. Vamos ver a
melhor equipa da história do futebol ao vivo na Luz e aquele que será possivelmente o melhor
jogador de todos os tempos. Livramo-nos de os apanhar nos oitavos e, mesmo que
sejamos goleados, não perderemos mais do que três pontos. Serão dois jogos onde
não temos nada a perder, nem prestígio, porque este Barça já goleou grandes
equipas. Vai ser um prazer!
O Celtic garante uma grande receita, porque geralmente vem com 10.000
(bem-dispostos) adeptos atrás. E temos duas boas recordações dos jogos com eles
em casa. Quanto ao Spartak de Moscovo, dado que ficou para o fim do sorteio
juntamente com a Juventus(!), acabou por ser um mal menor.
Quanto a contas de apuramento, acho que é nossa obrigação conseguir um mínimo
de oito pontos (duas vitórias em casa e dois empates fora frente a Celtic e
Spartak) e isso dar-nos-á o apuramento, partindo do princípio que o Barça ganha
os quatro jogos frente aos outros dois. Um ponto frente a Messi & Cia. seria
extraordinário.
O calendário é que não nos foi muito favorável. Poderemos chegar ao fim da
3ª jornada com dois pontos, o que não será necessariamente mau para o
apuramento, mas animicamente não será bom. Uma coisa é certa: teremos que
garantir o apuramento antes da última jornada!
Divaguemos sobre o sorteio
Como no ano passado, quase
que acertei na
mouche, vamos repetir a brincadeira.
Pote “Este era o que eu queria”:
Barcelona
BENFICA
Ajax
Nordsjaelland
Até conseguir ver o Messi ao vivo, irei sempre torcer para que nos calhe o Barcelona na fase de grupos. Com o Ajax, seriam dois jogos com tradição e, como geralmente nos damos bem com equipas holandesas, poderíamos ter boas hipóteses. Este grupo tem a mais-valia de não levarmos com o Barça nos oitavos.
Pote “O 1º lugar é possível”:
Arsenal
BENFICA
Anderlecht
BATE
De todos os cabeças-de-série, acho que os gunners serão os que estarão mais ao nosso alcance até porque geralmente nos damos bem com equipas inglesas. Com o Anderlecht e o BATE, é para um mínimo de 10 pontos.
Pote “E não querem que joguemos ao pé-coxinho para ser ainda mais difícil?”:
Real Madrid
BENFICA
Juventus
Borrusia Dortmund
Sem comentários…
Pote “Se formos parar à Liga Europa, ao menos é com honra”:
Bayern Munique
BENFICA
Juventus
Montpellier
Perspectivas de grandes jogos e casas-cheias na Luz, com o vice-campeão europeu e dois campeões nacionais. Repetir a Juventus é uma necessidade, porque perder a qualificação para os oitavos para o campeão italiano, que está no pote 3(!), não seria desprestigiante.
(E agora uma inovação em relação ao ano passado) Pote “Nós e os novos-ricos do futebol europeu”:
Chelsea
BENFICA
Paris Saint-Germain
Málaga
Nome, história e tradição (x1) vs. dinheiro (x3). Quem ganharia?
Escaldado com o ano passado, o meu desejo esta época é conseguir o 2º lugar no grupo, ter uma eliminatória entusiasmante com um tubarão nos oitavos e depois concentramo-nos é no campeonato, e deixarmo-nos (o nós majestático é para não escrever só o nome do nosso treinador…) de sonhos utópicos. A passagem para os oitavos é essencial para as finanças, especialmente se (como espero) não vendermos ninguém até depois de amanhã. Por isso, a (conquista da) Liga Europa pode esperar este ano. TEMOS é que ser campeões nacionais!
* Publicado em simultâneo com a Tertúlia Benfiquista.
Pote “Este era o que eu queria”:
Barcelona
BENFICA
Ajax
Nordsjaelland
Até conseguir ver o Messi ao vivo, irei sempre torcer para que nos calhe o Barcelona na fase de grupos. Com o Ajax, seriam dois jogos com tradição e, como geralmente nos damos bem com equipas holandesas, poderíamos ter boas hipóteses. Este grupo tem a mais-valia de não levarmos com o Barça nos oitavos.
Pote “O 1º lugar é possível”:
Arsenal
BENFICA
Anderlecht
BATE
De todos os cabeças-de-série, acho que os gunners serão os que estarão mais ao nosso alcance até porque geralmente nos damos bem com equipas inglesas. Com o Anderlecht e o BATE, é para um mínimo de 10 pontos.
Pote “E não querem que joguemos ao pé-coxinho para ser ainda mais difícil?”:
Real Madrid
BENFICA
Juventus
Borrusia Dortmund
Sem comentários…
Pote “Se formos parar à Liga Europa, ao menos é com honra”:
Bayern Munique
BENFICA
Juventus
Montpellier
Perspectivas de grandes jogos e casas-cheias na Luz, com o vice-campeão europeu e dois campeões nacionais. Repetir a Juventus é uma necessidade, porque perder a qualificação para os oitavos para o campeão italiano, que está no pote 3(!), não seria desprestigiante.
(E agora uma inovação em relação ao ano passado) Pote “Nós e os novos-ricos do futebol europeu”:
Chelsea
BENFICA
Paris Saint-Germain
Málaga
Nome, história e tradição (x1) vs. dinheiro (x3). Quem ganharia?
Escaldado com o ano passado, o meu desejo esta época é conseguir o 2º lugar no grupo, ter uma eliminatória entusiasmante com um tubarão nos oitavos e depois concentramo-nos é no campeonato, e deixarmo-nos (o nós majestático é para não escrever só o nome do nosso treinador…) de sonhos utópicos. A passagem para os oitavos é essencial para as finanças, especialmente se (como espero) não vendermos ninguém até depois de amanhã. Por isso, a (conquista da) Liga Europa pode esperar este ano. TEMOS é que ser campeões nacionais!
* Publicado em simultâneo com a Tertúlia Benfiquista.
segunda-feira, agosto 27, 2012
Goleada
Vencemos em Setúbal por 5-0 e juntámo-nos a umas quantas equipas na frente
do campeonato com 4 pontos. Foi um jogo mais fácil do que se esperava, porque o
Amoreirinha resolveu fazer uma entrada a pés juntos em tesoura logo aos 8’ e o
Sr. Jorge Sousa mostrou-lhe o vermelho directo. A jogar com mais um, abrimos
imensas avenidas na defesa contrária e os golos foram surgindo.
A partida fica marcada pela expulsão precoce, mas tivemos o mérito de saber aproveitar isso. Com o Salvio a partir a defesa contrária, fomos criando lances de perigo e chegámos à vantagem aos 14’ numa boa abertura do Enzo Pérez para o Melgarejo assistir o Rodrigo, que só teve que encostar. O V. Setúbal ainda proporcionou ao Artur uma grande defesa, mas aos 30’ fizemos o 2-0 com uma recarga do Salvio a uma cabeçada do Cardozo, que tinha sido defendida pelo guarda-redes. E mesmo em cima do intervalo, acabámos de vez com as dúvidas com o 3-0 noutra recarga, desta feita do Enzo Pérez depois de nova boa jogada do Salvio.
Com a partida decidida, o Jesus resolveu começar a fazer as substituições mais cedo. Entraram aos 55’ o Carlos Martins e o Nolito e saíram o Cardozo e o Javi García. Pouco depois, entrou igualmente o Aimar para o lugar do Enzo Pérez e a bola voltou a ter olhos. Marcámos mais dois golos, pelo Nolito (67’) e novamente o Rodrigo (81’), o Salvio ainda atirou uma bola ao poste de cabeça, e construímos um sem-número de jogadas que poderiam ter resultado em mais golos.
Em termos individuais, destaque para o Salvio e o Rodrigo. O argentino joga, faz jogar e marca (só precisa de afinar os centros) e o nº 19 marca e não pára quieto na frente de ataque. Também gostei da resposta do Melgarejo depois do que se passou frente ao Braga. O resto da equipa esteve num nível médio-alto e até o Enzo Pérez começa a mostrar qualquer coisa.
Por causa das vicissitudes da partida, ainda não deu para perceber bem a nossa forma actual (contra dez é mais fácil), mas esta vitória foi boa para nos acalmarmos um pouco depois do início falhado de campeonato.
P.S. – Só uma pergunta aos antibenfiquistas que virão ladrar por causa da arbitragem: agradeço que me indiquem onde está escrito o minuto a partir do qual se pode expulsar um jogador que tem uma entrada a pés juntos em tesoura.
A partida fica marcada pela expulsão precoce, mas tivemos o mérito de saber aproveitar isso. Com o Salvio a partir a defesa contrária, fomos criando lances de perigo e chegámos à vantagem aos 14’ numa boa abertura do Enzo Pérez para o Melgarejo assistir o Rodrigo, que só teve que encostar. O V. Setúbal ainda proporcionou ao Artur uma grande defesa, mas aos 30’ fizemos o 2-0 com uma recarga do Salvio a uma cabeçada do Cardozo, que tinha sido defendida pelo guarda-redes. E mesmo em cima do intervalo, acabámos de vez com as dúvidas com o 3-0 noutra recarga, desta feita do Enzo Pérez depois de nova boa jogada do Salvio.
Com a partida decidida, o Jesus resolveu começar a fazer as substituições mais cedo. Entraram aos 55’ o Carlos Martins e o Nolito e saíram o Cardozo e o Javi García. Pouco depois, entrou igualmente o Aimar para o lugar do Enzo Pérez e a bola voltou a ter olhos. Marcámos mais dois golos, pelo Nolito (67’) e novamente o Rodrigo (81’), o Salvio ainda atirou uma bola ao poste de cabeça, e construímos um sem-número de jogadas que poderiam ter resultado em mais golos.
Em termos individuais, destaque para o Salvio e o Rodrigo. O argentino joga, faz jogar e marca (só precisa de afinar os centros) e o nº 19 marca e não pára quieto na frente de ataque. Também gostei da resposta do Melgarejo depois do que se passou frente ao Braga. O resto da equipa esteve num nível médio-alto e até o Enzo Pérez começa a mostrar qualquer coisa.
Por causa das vicissitudes da partida, ainda não deu para perceber bem a nossa forma actual (contra dez é mais fácil), mas esta vitória foi boa para nos acalmarmos um pouco depois do início falhado de campeonato.
P.S. – Só uma pergunta aos antibenfiquistas que virão ladrar por causa da arbitragem: agradeço que me indiquem onde está escrito o minuto a partir do qual se pode expulsar um jogador que tem uma entrada a pés juntos em tesoura.
domingo, agosto 19, 2012
Invenções mantêm tradição
Empatámos em casa frente ao Braga e pelo 8º, eu repito, oitavo ano(!)
consecutivo não entramos no campeonato a ganhar.
Depois de uma 1ª parte equilibrada, mas em que o ascendente foi do Braga, colocámo-nos em vantagem aos 49’ com um golo do Salvio depois de uma boa jogada entre o Bruno César e o Rodrigo. No entanto, o Braga (a propósito, esta cor do equipamento alternativo deles ainda ajuda mais a detestá-los) deu a volta ao marcador em menos de 10’ através de dois erros do Melgarejo (autogolo e mau alívio). Conseguimos ainda igualar com um penalty (indiscutível, por mão na bola) do Cardozo a 16’ do fim. Mas apesar de ter havido um segundo amarelo no penalty não se notou nada a nossa superioridade numérica no tempo restante e mantivemos esta triste tradição de quase uma década…
A evidente má exibição do Benfica levanta-me as seguintes dúvidas sobre o espírito inventivo do nosso treinador:
1) O Rodrigo e o Salvio fizeram a sua estreia absoluta na equipa esta época e foram ambos titulares. Estranho, mas correu bem, porque foram os nossos dois melhores jogadores;
2) O Bruno César andou a jogar a pré-época toda a nº 10 e no início do campeonato joga a extremo? Foi dos nossos piores jogadores, só se salvando a participação no lance do golo;
3) A perder, o Jesus não só tira os dois melhores jogadores, como coloca um médio ofensivo em vez de um avançado. Resultado? Nunca mais chegámos à área contrária com perigo;
4) O melhor marcador da pré-temporada (e dos poucos jogadores do plantel que sabe rematar fora da área) ficou no banco os 90’;
5) Eu gosto do Melgarejo, e até já aqui escrevi que pode dar um bom defesa-esquerdo, mas hoje ficou evidente que precisamos de um “plano B” que possa tornar-se “plano A”, ou seja, PRECISAMOS DE IR AO MERCADO BUSCAR UM LATERAL-ESQUERDO! Mas espero que não se crucifique o homem por causa destes dois erros, até porque ele pode ser útil a extremo;
6) Os três substitutos (Nolito, Enzo Pérez e Aimar) não trouxeram nada ao nosso jogo, antes pelo contrário. O espanhol terá feito das piores exibições com a camisola do Benfica, a diferença do Enzo Pérez para o Salvio é abissal e não se podia pedir mais ao Aimar que não jogava desde 14 de Julho! (Já disse que o Carlos Martins ficou o tempo todo no banco?);
7) Termino com uma nota positiva: o Salvio demonstrou que pode ser uma das maiores pechinchas da nossa história. Como diz o Scolari, “o ruim é que é caro” e o argentino pode juntar-se ao Simão e ao Cardozo como três dos jogadores mais baratos do Benfica.
Enfim, foi mais do mesmo na 1ª jornada: oito anos, quatro deles da responsabilidade do actual treinador. Como tenho comentado com amigos benfiquistas, acho que esta época vai ser sempre positiva: ou somos campeões e isso é fantástico, ou vamos finalmente ver-nos livres das teimosias que nos custam títulos. O segundo caso teve belos exemplos neste jogo…
P.S. – O Sr. Soares Dias teve uma arbitragem com alguns erros, mas não acho que não tenhamos ganho por causa dele. O lance do Alan é para segundo amarelo (se fosse o Maxi ou um adversário do CRAC não escaparia), mas também errou ao mostrar o segundo amarelo no penalty, quando não tinha sido o Douglão, mas sim o Custódio a fazê-lo. O golo é mal anulado, porque o Cardozo não toca no Beto (a propósito, once a pig, always a pig, a simulação de agressão é NOJENTA!), mas naquele caso 90% dos árbitros marcaria falta por ser na pequena-área.
Depois de uma 1ª parte equilibrada, mas em que o ascendente foi do Braga, colocámo-nos em vantagem aos 49’ com um golo do Salvio depois de uma boa jogada entre o Bruno César e o Rodrigo. No entanto, o Braga (a propósito, esta cor do equipamento alternativo deles ainda ajuda mais a detestá-los) deu a volta ao marcador em menos de 10’ através de dois erros do Melgarejo (autogolo e mau alívio). Conseguimos ainda igualar com um penalty (indiscutível, por mão na bola) do Cardozo a 16’ do fim. Mas apesar de ter havido um segundo amarelo no penalty não se notou nada a nossa superioridade numérica no tempo restante e mantivemos esta triste tradição de quase uma década…
A evidente má exibição do Benfica levanta-me as seguintes dúvidas sobre o espírito inventivo do nosso treinador:
1) O Rodrigo e o Salvio fizeram a sua estreia absoluta na equipa esta época e foram ambos titulares. Estranho, mas correu bem, porque foram os nossos dois melhores jogadores;
2) O Bruno César andou a jogar a pré-época toda a nº 10 e no início do campeonato joga a extremo? Foi dos nossos piores jogadores, só se salvando a participação no lance do golo;
3) A perder, o Jesus não só tira os dois melhores jogadores, como coloca um médio ofensivo em vez de um avançado. Resultado? Nunca mais chegámos à área contrária com perigo;
4) O melhor marcador da pré-temporada (e dos poucos jogadores do plantel que sabe rematar fora da área) ficou no banco os 90’;
5) Eu gosto do Melgarejo, e até já aqui escrevi que pode dar um bom defesa-esquerdo, mas hoje ficou evidente que precisamos de um “plano B” que possa tornar-se “plano A”, ou seja, PRECISAMOS DE IR AO MERCADO BUSCAR UM LATERAL-ESQUERDO! Mas espero que não se crucifique o homem por causa destes dois erros, até porque ele pode ser útil a extremo;
6) Os três substitutos (Nolito, Enzo Pérez e Aimar) não trouxeram nada ao nosso jogo, antes pelo contrário. O espanhol terá feito das piores exibições com a camisola do Benfica, a diferença do Enzo Pérez para o Salvio é abissal e não se podia pedir mais ao Aimar que não jogava desde 14 de Julho! (Já disse que o Carlos Martins ficou o tempo todo no banco?);
7) Termino com uma nota positiva: o Salvio demonstrou que pode ser uma das maiores pechinchas da nossa história. Como diz o Scolari, “o ruim é que é caro” e o argentino pode juntar-se ao Simão e ao Cardozo como três dos jogadores mais baratos do Benfica.
Enfim, foi mais do mesmo na 1ª jornada: oito anos, quatro deles da responsabilidade do actual treinador. Como tenho comentado com amigos benfiquistas, acho que esta época vai ser sempre positiva: ou somos campeões e isso é fantástico, ou vamos finalmente ver-nos livres das teimosias que nos custam títulos. O segundo caso teve belos exemplos neste jogo…
P.S. – O Sr. Soares Dias teve uma arbitragem com alguns erros, mas não acho que não tenhamos ganho por causa dele. O lance do Alan é para segundo amarelo (se fosse o Maxi ou um adversário do CRAC não escaparia), mas também errou ao mostrar o segundo amarelo no penalty, quando não tinha sido o Douglão, mas sim o Custódio a fazê-lo. O golo é mal anulado, porque o Cardozo não toca no Beto (a propósito, once a pig, always a pig, a simulação de agressão é NOJENTA!), mas naquele caso 90% dos árbitros marcaria falta por ser na pequena-área.
sábado, agosto 11, 2012
Fantochada
O nosso jogo em Düsseldorf frente ao Fortuna foi interrompido aos 39’, quando estava ainda
0-0, na sequência da cena mais inacreditável que eu vi num campo de futebol até
hoje. Mas já lá vamos. Quanto ao (pouco) jogo que houve, também não se viu
muito Benfica. Com o Saviola a titular e o Witsel no banco, pareceu-me que o
Jesus quis mostrar a toda a gente a falta que o belga faz na equipa e, se tiver
que sair, que seja mesmo pela cláusula dos 40 M€.
O Javi García passou-se e deu duas cacetadas quase seguidas. Na primeira, levou o amarelo e na segunda ia levar o segundo amarelo, quando o Luisão se aproximou do Sr. Christian Fischer, para o tentar impedir de mostrar o cartão, e acabou por chocar com ele. Numa das repetições, pareceu-me que o Luisão escorrega quando já está muito próximo do Sr. Christian Fischer, razão pela qual lhe terá tocado com o peito. De qualquer maneira, é óbvio que um capitão do Benfica não se pode dirigir a um árbitro (por muito Olegário ou Proença que seja) daquela maneira. O que se passou a seguir seria caso para os Apanhados se não nos pudesse custar muito caro. O Sr. Christian Fischer fingiu um desmaio, ficou um bocado no chão, depois levantou-se pelo próprio pé e foi para os balneários com os fiscais-de-linha! Absolutamente surreal! Todos os elementos das duas equipas ficaram estupefactos e o trio de arbitragem não voltou ao campo, tendo o jogo terminado naquela altura.
Vamos por partes:
1) Uma pessoa de determinada envergadura desmaiar porque recebe uma peitada de outra deve ser inédito a nível mundial;
2) O Sr. Christian Fischer poderia simplesmente ter expulsado o Luisão e prosseguido com o jogo;
3) O Sr. Christian Fischer poderia ter feito o que fez, assumindo que não tinha condições para prosseguir com o jogo, SEM a parte do desmaio, que tornou tudo muito suspeito;
4) Se o Sr. Christian Fischer achava que não estava em condições de prosseguir com o jogo, o quarto árbitro está lá por alguma razão;
5) Porque é que o Sr. Christian Fischer não expulsou simplesmente o Luisão? Porque sabe perfeitamente que assim o Luisão teria um ou dois jogos de suspensão em vez de poder ser um castigo mais prolongado no tempo;
6) O que é que o Sr. Christian Fischer, um árbitro alemão desconhecido, tem contra o Benfica? Porque é que faz uma cena destas, sabendo perfeitamente que isto pode custar muito caro ao Luisão e ao nosso clube?
É aqui que eu não acredito em coincidências. Desculpem lá, mas não acredito! Para mim, ao contrário dos tribunais portugueses, um “café” não é só um café, uma “fruta” não é só uma fruta e um “chocolatinho” não é só um chocolatinho. Isto é demasiado suspeito, inédito e surreal para ser só “por acaso”, para ser só um “que azar teve o Benfica ao apanhar um árbitro maluco”.
Não acreditam que os tentáculos de um polvo possam chegar tão longe? Alguém se lembra, aqui há uns tempos, de uma decisão de um tribunal desportivo europeu de primeira instância de punição de um determinado clube que misteriosamente foi revogada por um tribunal de segunda instância, quando isso RARAMENTE acontece na Uefa? Pois… Continuem todos a assobiar para o lado e a achar que o desporto não tem o seu antónimo…
Vamos lá a ver o que acontece ao Luisão. Já li algures por aí que poderá ser só castigado na Liga dos Campeões. Se assim for, já será muito bom. Espero que isto seja um MEGA-ALERTA para os nossos responsáveis sobre o que nos espera esta época. Não nos ponhamos a pau, não…!
P.S. - Antecipando-me ao que muitos sem vergonha na cara vão advogar neste caso, é sempre bom recordar…
O Javi García passou-se e deu duas cacetadas quase seguidas. Na primeira, levou o amarelo e na segunda ia levar o segundo amarelo, quando o Luisão se aproximou do Sr. Christian Fischer, para o tentar impedir de mostrar o cartão, e acabou por chocar com ele. Numa das repetições, pareceu-me que o Luisão escorrega quando já está muito próximo do Sr. Christian Fischer, razão pela qual lhe terá tocado com o peito. De qualquer maneira, é óbvio que um capitão do Benfica não se pode dirigir a um árbitro (por muito Olegário ou Proença que seja) daquela maneira. O que se passou a seguir seria caso para os Apanhados se não nos pudesse custar muito caro. O Sr. Christian Fischer fingiu um desmaio, ficou um bocado no chão, depois levantou-se pelo próprio pé e foi para os balneários com os fiscais-de-linha! Absolutamente surreal! Todos os elementos das duas equipas ficaram estupefactos e o trio de arbitragem não voltou ao campo, tendo o jogo terminado naquela altura.
Vamos por partes:
1) Uma pessoa de determinada envergadura desmaiar porque recebe uma peitada de outra deve ser inédito a nível mundial;
2) O Sr. Christian Fischer poderia simplesmente ter expulsado o Luisão e prosseguido com o jogo;
3) O Sr. Christian Fischer poderia ter feito o que fez, assumindo que não tinha condições para prosseguir com o jogo, SEM a parte do desmaio, que tornou tudo muito suspeito;
4) Se o Sr. Christian Fischer achava que não estava em condições de prosseguir com o jogo, o quarto árbitro está lá por alguma razão;
5) Porque é que o Sr. Christian Fischer não expulsou simplesmente o Luisão? Porque sabe perfeitamente que assim o Luisão teria um ou dois jogos de suspensão em vez de poder ser um castigo mais prolongado no tempo;
6) O que é que o Sr. Christian Fischer, um árbitro alemão desconhecido, tem contra o Benfica? Porque é que faz uma cena destas, sabendo perfeitamente que isto pode custar muito caro ao Luisão e ao nosso clube?
É aqui que eu não acredito em coincidências. Desculpem lá, mas não acredito! Para mim, ao contrário dos tribunais portugueses, um “café” não é só um café, uma “fruta” não é só uma fruta e um “chocolatinho” não é só um chocolatinho. Isto é demasiado suspeito, inédito e surreal para ser só “por acaso”, para ser só um “que azar teve o Benfica ao apanhar um árbitro maluco”.
Não acreditam que os tentáculos de um polvo possam chegar tão longe? Alguém se lembra, aqui há uns tempos, de uma decisão de um tribunal desportivo europeu de primeira instância de punição de um determinado clube que misteriosamente foi revogada por um tribunal de segunda instância, quando isso RARAMENTE acontece na Uefa? Pois… Continuem todos a assobiar para o lado e a achar que o desporto não tem o seu antónimo…
Vamos lá a ver o que acontece ao Luisão. Já li algures por aí que poderá ser só castigado na Liga dos Campeões. Se assim for, já será muito bom. Espero que isto seja um MEGA-ALERTA para os nossos responsáveis sobre o que nos espera esta época. Não nos ponhamos a pau, não…!
P.S. - Antecipando-me ao que muitos sem vergonha na cara vão advogar neste caso, é sempre bom recordar…
quinta-feira, agosto 02, 2012
Competitivo
Empatámos com a Juventus (1-1) no penúltimo jogo antes do começo oficial da
época. Foi pena, porque nos colocámos em vantagem a 2’ do fim, mas mesmo assim
consentimos a igualdade a dez(!) segundos do final da compensação!
Perante o 2º clube mais corrupto do mundo, que foi campeão italiano sem derrotas, fizemos uma exibição bastante razoável. A 1ª parte foi equilibrada e quase pareceu um jogo oficial, já que nos deram cabo do Gaitán logo a abrir a partida. Aliás, a Juventus fartou-se de distribuir fruta, o que dada as semelhanças com um certo clube, não é de estranhar… A surpresa na nossa equipa foi o Michel ser titular na frente do ataque e até teve bons apontamentos.
Na 2ª parte, entrou o Cardozo cujo maior entrosamento com os colegas melhorou a nossa exibição. O jogo também foi mais aberto e o Artur até defendeu um penalty. A provar que a Juventus é mesmo da família do CRAC, na outra área uma mão descarada não foi punida… Deve ser para nos habituarmos desde a pré-temporada ao que temos que levar o ano inteiro… Um óptimo centro do Luisinho, entretanto entrado, proporcionou ao Cardozo um desvio de cabeça à matador. Mas infelizmente o mesmo Luisinho teve uma perda de bola infantil, que deu o empate quando o árbitro provavelmente já tinha o apito na boca para acabar o jogo.
Gostei do Melgarejo, que confirma cada vez mais que pode ser uma boa solução para a lateral-esquerda. O Witsel é um senhor jogador e só espero que não tenha sido o seu último jogo pelo Benfica (mas, a sê-lo, que ao menos saia mesmo pelos 40 M€). O Tacuara continua monótono como sempre foi, só sabe marcar golos… O Artur, para além do penalty, teve uma ou duas saídas muito importantes. Voltei a não gostar do Enzo Pérez que, com a chegada do Salvio, bem pode ir pregar para outras freguesias e o Maxi Pereira também me parece longe da melhor forma.
Foi pena a igualdade consentida daquela forma, mas é bom ver o Glorioso jogar taco-a-taco com o campeão italiano.
Perante o 2º clube mais corrupto do mundo, que foi campeão italiano sem derrotas, fizemos uma exibição bastante razoável. A 1ª parte foi equilibrada e quase pareceu um jogo oficial, já que nos deram cabo do Gaitán logo a abrir a partida. Aliás, a Juventus fartou-se de distribuir fruta, o que dada as semelhanças com um certo clube, não é de estranhar… A surpresa na nossa equipa foi o Michel ser titular na frente do ataque e até teve bons apontamentos.
Na 2ª parte, entrou o Cardozo cujo maior entrosamento com os colegas melhorou a nossa exibição. O jogo também foi mais aberto e o Artur até defendeu um penalty. A provar que a Juventus é mesmo da família do CRAC, na outra área uma mão descarada não foi punida… Deve ser para nos habituarmos desde a pré-temporada ao que temos que levar o ano inteiro… Um óptimo centro do Luisinho, entretanto entrado, proporcionou ao Cardozo um desvio de cabeça à matador. Mas infelizmente o mesmo Luisinho teve uma perda de bola infantil, que deu o empate quando o árbitro provavelmente já tinha o apito na boca para acabar o jogo.
Gostei do Melgarejo, que confirma cada vez mais que pode ser uma boa solução para a lateral-esquerda. O Witsel é um senhor jogador e só espero que não tenha sido o seu último jogo pelo Benfica (mas, a sê-lo, que ao menos saia mesmo pelos 40 M€). O Tacuara continua monótono como sempre foi, só sabe marcar golos… O Artur, para além do penalty, teve uma ou duas saídas muito importantes. Voltei a não gostar do Enzo Pérez que, com a chegada do Salvio, bem pode ir pregar para outras freguesias e o Maxi Pereira também me parece longe da melhor forma.
Foi pena a igualdade consentida daquela forma, mas é bom ver o Glorioso jogar taco-a-taco com o campeão italiano.
sábado, julho 28, 2012
Eusébio Cup
Vencemos um Real Madrid B por 5-2 e voltámos a conquistar o troféu que homenageia o melhor jogador português de todos os tempos. Não deu para ser um teste muito a sério, mas acabou por ser uma partida bastante agradável.
Perante uma equipa tão desfalcada, era natural que nos impuséssemos apesar de depois de o Javi García ter feito o 1-0, o Callejón ter virado o marcador e o Witsel ter imitado o Javi (mas é que imitou mesmo) e restabelecido a igualdade que durou até ao intervalo. Quatro golos em 22’ não foi nada mau. Na 2ª parte, deu para aplaudir o Fábio Coentrão de pé, mas só existimos nós e fizemos mais três golos: dois pelo Enzo Pérez (o primeiro, um mau centro que resultou num golão) e o outro pelo Carlos Martins numa óptima jogada colectiva. Ficam aqui algumas considerações acerca deste jogo:
1) De quem foi a ideia de convidar o Real Madrid para a Eusébio Cup em ano de Europeu? Não se estava mesmo a ver que a probabilidade de vir com uma equipa B eram inversamente proporcionais à do CRAC de ganhar um campeonato de forma limpa?!
2) Quem foi a alminha que se lembrou de colocar este jogo a preços de quartos-de-final de Liga dos Campeões?! Já não bastava o pornográfico aumento dos cativos por causa do IVA (uma cartinha a explicar o porquê, ‘tá quieto!), não só deixou de haver “jogo de apresentação”, como ainda se pede 30€ para um sócio com cativo na central para ver um Real Madrid B. Ou os dirigentes do Benfica acham que cada adepto tem um jazigo de petróleo em causa ou então enlouqueceram de vez. Tanta asneira junta, valha-me Aimar! (Estiveram 35.000 adeptos? Com preços decentes, poderíamos ter tido o estádio cheio…)
3) A razão do empréstimo do Carlos Martins no ano passado (sim, vou bater muitas vezes nesta tecla) é algo que eu gostaria muito de saber. Hoje foram “só” duas assistências, um golo e a participação noutro.
4) Correndo o risco de vir a engolir estas palavras no futuro, o Ola John por 9 M€ não pode apresentar o (des)controlo de bola que apresenta. Começo a ficar preocupado, porque Djaló já temos um, mas ao menos esse veio a custo zero. (Quanto é que custava o Salvio mesmo…?)
5) Espero que com estes dois golos, o Enzo Pérez mostre um bocadinho mais de vontade em cá ficar e justifique os 5,5 M€ que pagámos por ele. Dava jeito.
6) O objectivo é sermos campeões nacionais e para o nosso campeonato o Melgarejo na lateral-esquerda serve perfeitamente. Quantos jogos por ano cá no burgo é que nós passamos mais tempo a defender do que a atacar? Meia dúzia? Então, chega. Ele tem um excelente controlo de bola, é rápido e centra bem. Três factores que estavam ausentes da lateral-esquerda no ano passado. Ficamos a ganhar.
7) Se tivermos que vender o Witsel, acho que podemos começar a pensar na próxima época…
8) Ó Cardozo, já mudavas a cor de metade das tuas botas, não? E o que é que terá passado pela cabeça dos responsáveis da Adidas?! Aquelas listas verticais laterais no equipamento do Artur eram da cor que me pareceu…?!?!
Perante uma equipa tão desfalcada, era natural que nos impuséssemos apesar de depois de o Javi García ter feito o 1-0, o Callejón ter virado o marcador e o Witsel ter imitado o Javi (mas é que imitou mesmo) e restabelecido a igualdade que durou até ao intervalo. Quatro golos em 22’ não foi nada mau. Na 2ª parte, deu para aplaudir o Fábio Coentrão de pé, mas só existimos nós e fizemos mais três golos: dois pelo Enzo Pérez (o primeiro, um mau centro que resultou num golão) e o outro pelo Carlos Martins numa óptima jogada colectiva. Ficam aqui algumas considerações acerca deste jogo:
1) De quem foi a ideia de convidar o Real Madrid para a Eusébio Cup em ano de Europeu? Não se estava mesmo a ver que a probabilidade de vir com uma equipa B eram inversamente proporcionais à do CRAC de ganhar um campeonato de forma limpa?!
2) Quem foi a alminha que se lembrou de colocar este jogo a preços de quartos-de-final de Liga dos Campeões?! Já não bastava o pornográfico aumento dos cativos por causa do IVA (uma cartinha a explicar o porquê, ‘tá quieto!), não só deixou de haver “jogo de apresentação”, como ainda se pede 30€ para um sócio com cativo na central para ver um Real Madrid B. Ou os dirigentes do Benfica acham que cada adepto tem um jazigo de petróleo em causa ou então enlouqueceram de vez. Tanta asneira junta, valha-me Aimar! (Estiveram 35.000 adeptos? Com preços decentes, poderíamos ter tido o estádio cheio…)
3) A razão do empréstimo do Carlos Martins no ano passado (sim, vou bater muitas vezes nesta tecla) é algo que eu gostaria muito de saber. Hoje foram “só” duas assistências, um golo e a participação noutro.
4) Correndo o risco de vir a engolir estas palavras no futuro, o Ola John por 9 M€ não pode apresentar o (des)controlo de bola que apresenta. Começo a ficar preocupado, porque Djaló já temos um, mas ao menos esse veio a custo zero. (Quanto é que custava o Salvio mesmo…?)
5) Espero que com estes dois golos, o Enzo Pérez mostre um bocadinho mais de vontade em cá ficar e justifique os 5,5 M€ que pagámos por ele. Dava jeito.
6) O objectivo é sermos campeões nacionais e para o nosso campeonato o Melgarejo na lateral-esquerda serve perfeitamente. Quantos jogos por ano cá no burgo é que nós passamos mais tempo a defender do que a atacar? Meia dúzia? Então, chega. Ele tem um excelente controlo de bola, é rápido e centra bem. Três factores que estavam ausentes da lateral-esquerda no ano passado. Ficamos a ganhar.
7) Se tivermos que vender o Witsel, acho que podemos começar a pensar na próxima época…
8) Ó Cardozo, já mudavas a cor de metade das tuas botas, não? E o que é que terá passado pela cabeça dos responsáveis da Adidas?! Aquelas listas verticais laterais no equipamento do Artur eram da cor que me pareceu…?!?!
segunda-feira, julho 23, 2012
Primeira derrota
Perdemos com o PSV Eindhoven por 1-3 e não conseguimos trazer o troféu para casa. A derrota acaba por ser justa, porque os holandeses demonstraram que estavam fisicamente mais aptos para dois jogos em 48 horas.
O jogo foi sempre muito aberto e até não estivemos mal na 1ª parte. Fizemos o 1-0 pelo Carlos Martins aos 34’ e pouco depois o Javi García poderia ter feito melhor de cabeça num livre. Os holandeses também tiveram as suas oportunidades e colocaram especialmente o Luisinho em alguns apuros.
Na 2ª parte, o Witsel poderia ter feito bastante melhor logo ao início quando ficou praticamente isolado, mas depois rebentámos. Apesar das substituições, a equipa pareceu ressentir-se muito do jogo do dia anterior e deixámos de conseguir aproximarmo-nos com perigo da baliza do adversário. Ao invés, os holandeses iam criando sempre cada vez mais chances, sempre pelo nosso lado esquerdo, agora com o Melgarejo, e conseguiram marcar aos 54’, 75’ e 83’. E, mesmo no último minuto, um falhanço inacreditável impediu o avolumar de um resultado negativo que começava a ser bastante pesado.
Em termos individuais, destaque novamente para o Carlos Martins pelo golo que marcou e porque participou activamente no nosso melhor período. Também não achei que o Cardozo (a propósito, já trocavas a cor de metade das tuas botas, não?!) estivesse mal, mas a mediania foi quase geral.
Com tempo suficiente de descanso, espero muito melhor na próxima 6ª feira frente ao Real Madrid para a Eusébio Cup. Será o primeiro jogo a sério na nossa casa e a apresentação da equipa aos sócios. Contra uma das melhores equipas do mundo, não faltará certamente motivos de interesse para encher o Estádio da Luz.
O jogo foi sempre muito aberto e até não estivemos mal na 1ª parte. Fizemos o 1-0 pelo Carlos Martins aos 34’ e pouco depois o Javi García poderia ter feito melhor de cabeça num livre. Os holandeses também tiveram as suas oportunidades e colocaram especialmente o Luisinho em alguns apuros.
Na 2ª parte, o Witsel poderia ter feito bastante melhor logo ao início quando ficou praticamente isolado, mas depois rebentámos. Apesar das substituições, a equipa pareceu ressentir-se muito do jogo do dia anterior e deixámos de conseguir aproximarmo-nos com perigo da baliza do adversário. Ao invés, os holandeses iam criando sempre cada vez mais chances, sempre pelo nosso lado esquerdo, agora com o Melgarejo, e conseguiram marcar aos 54’, 75’ e 83’. E, mesmo no último minuto, um falhanço inacreditável impediu o avolumar de um resultado negativo que começava a ser bastante pesado.
Em termos individuais, destaque novamente para o Carlos Martins pelo golo que marcou e porque participou activamente no nosso melhor período. Também não achei que o Cardozo (a propósito, já trocavas a cor de metade das tuas botas, não?!) estivesse mal, mas a mediania foi quase geral.
Com tempo suficiente de descanso, espero muito melhor na próxima 6ª feira frente ao Real Madrid para a Eusébio Cup. Será o primeiro jogo a sério na nossa casa e a apresentação da equipa aos sócios. Contra uma das melhores equipas do mundo, não faltará certamente motivos de interesse para encher o Estádio da Luz.
sábado, julho 21, 2012
Na final
Vencemos o Slask Wroclaw por 4-2 e estamos na
final do torneio Wroclaw Polish Masters a decorrer naquela cidade polaca. Não
fora aqueles dois minutos de desconcentração na 2ª parte, que permitiram que o
adversário chegasse à igualdade quando estávamos a ganhar por 2-0, e teria sido
uma exibição quase perfeita.
Entrámos em campo com uma equipa de titulares, só com o corpo estranho Djaló, e a nossa superioridade foi por demais evidente. O Cardozo inaugurou o marcador aos 11’ depois de um lance genial do Witsel e até ao intervalo tivemos mais duas ou três boas chances para marcar. Os polacos não criaram uma única jogada de perigo.
Na 2ª parte, o Cardozo falhou o 2-0 logo de início, mas o Luisão aos 60’ não. Lance fotocópia do célebre golo frente aos lagartos, com o livre a ser apontado pelo Carlos Martins (entrado ao intervalo). Entre os 67’ e os 69’ adormecemos e consentimos a igualdade (com alguma sorte do Slask, acrescente-se, com um golo do meio da rua e outro em que a bola ainda bateu no poste). Mas a nossa resposta foi muito boa e, depois de o Melgarejo atirar à barra (boa abertura do Gaitán), o C. Martins recargou com êxito aos 73’. Perto do final, outra assistência do C. Martins permitiu ao Gaitán estrear-se a marcar este ano.
Em termos individuais, é óbvio que o destaque vai inteirinho para o Carlos Martins: um golo e duas assistências em apenas 45’ demonstram mais uma vez o grande disparate que foi o seu empréstimo na época passada. Primeira parte fabulosa do Witsel (espero que não tivesse havido clubes estrangeiros a ver isto) e o Cardozo lá facturou pela 3ª vez em 4 jogos. Fraquinho… Gostei do Melgarejo a defesa-esquerdo e sinceramente estou mais preocupado com a não-vinda de um substituto para o Maxi. É que nem se fala nisso…! O Gaitán também parece estar a subir de forma e o Bruno César a 10 tem que afinar (bastante) a pontaria.
Amanhã iremos defrontar o PSV na final e veremos que equipa vai actuar com menos de 24h de recuperação. Já agora, era simpático trazermos o troféu.
Entrámos em campo com uma equipa de titulares, só com o corpo estranho Djaló, e a nossa superioridade foi por demais evidente. O Cardozo inaugurou o marcador aos 11’ depois de um lance genial do Witsel e até ao intervalo tivemos mais duas ou três boas chances para marcar. Os polacos não criaram uma única jogada de perigo.
Na 2ª parte, o Cardozo falhou o 2-0 logo de início, mas o Luisão aos 60’ não. Lance fotocópia do célebre golo frente aos lagartos, com o livre a ser apontado pelo Carlos Martins (entrado ao intervalo). Entre os 67’ e os 69’ adormecemos e consentimos a igualdade (com alguma sorte do Slask, acrescente-se, com um golo do meio da rua e outro em que a bola ainda bateu no poste). Mas a nossa resposta foi muito boa e, depois de o Melgarejo atirar à barra (boa abertura do Gaitán), o C. Martins recargou com êxito aos 73’. Perto do final, outra assistência do C. Martins permitiu ao Gaitán estrear-se a marcar este ano.
Em termos individuais, é óbvio que o destaque vai inteirinho para o Carlos Martins: um golo e duas assistências em apenas 45’ demonstram mais uma vez o grande disparate que foi o seu empréstimo na época passada. Primeira parte fabulosa do Witsel (espero que não tivesse havido clubes estrangeiros a ver isto) e o Cardozo lá facturou pela 3ª vez em 4 jogos. Fraquinho… Gostei do Melgarejo a defesa-esquerdo e sinceramente estou mais preocupado com a não-vinda de um substituto para o Maxi. É que nem se fala nisso…! O Gaitán também parece estar a subir de forma e o Bruno César a 10 tem que afinar (bastante) a pontaria.
Amanhã iremos defrontar o PSV na final e veremos que equipa vai actuar com menos de 24h de recuperação. Já agora, era simpático trazermos o troféu.
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