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quarta-feira, agosto 02, 2006
Relembrar VI - Classe
Este blog vai hoje de férias durante as próximas duas semanas e meia (com um intervalo pelo meio para postar sobre a 1ª mão da pré-eliminatória), mas não queria ter como último post as desgraças actuais do Glorioso. Por isso, deixo-vos aqui um lance de enorme classe do primeiro grande sueco a jogar no nosso clube: Stromberg. Só cá esteve durante uma época e meia (trazido por um homem que deveria estar hoje outra vez no nosso banco de suplentes…), mas foi o suficiente para deixar a sua marca. Este golo aconteceu frente aos irlandeses do Linfield no jogo da 2ª mão da 1ª eliminatória da Taça dos Campeões na época 83/84. Tínhamos ganho na Luz por 3-0, pelo que a eliminatória estava praticamente decidida, mas mesmo assim o Stromberg resolveu dar um show, marcando dois golos, sendo este o segundo dele e terceiro da equipa. Como diz o inefável Gabriel Alves, reparem bem na simulação que ele faz antes de rematar à baliza.
sexta-feira, julho 21, 2006
Relembrar V – O domínio
Amanhã iremos defrontar uma equipa treinada por um dos melhores centrais que eu vi jogar pelo Glorioso e o primeiro estrangeiro a ter a honra de capitanear a nossa equipa: Ricardo Gomes. A carreira dele e a do Valdo seguiram em paralelo durante sete anos, desde a altura em que vieram para o Benfica na época 88/89. Três anos depois saíram os dois para o PSG e passados quatro anos regressaram ao Glorioso, tendo no entanto o defesa-central feito só mais uma época (95/96, na qual vencemos a Taça de Portugal) antes de arrumar as botas. Amanhã teremos finalmente a oportunidade de o voltar a aplaudir.
Este golo deu-nos a vitória frente ao Espinho na 21ª jornada da época 88/89, em que fomos pela primeira vez campeões com o Toni a treinador e que ficou célebre porque ganhámos seis (!) jogos nos últimos cinco minutos. No entanto, este tento foi marcado logo no início da 2ª parte e sempre me intrigou por um motivo: será que o Ricardo dominou mal a bola de peito, fazendo-a subir demasiado, que teve que rematar de cabeça? Tenha sido ou não de propósito, um golo destes só está ao alcance de jogadores de classe. Mas, sejamos honestos, o facto de o guarda-redes ser o Silvino (o que começou nas camadas jovens do clube regional), portador de pouco mais de 1,60m, também ajudou...
Este golo deu-nos a vitória frente ao Espinho na 21ª jornada da época 88/89, em que fomos pela primeira vez campeões com o Toni a treinador e que ficou célebre porque ganhámos seis (!) jogos nos últimos cinco minutos. No entanto, este tento foi marcado logo no início da 2ª parte e sempre me intrigou por um motivo: será que o Ricardo dominou mal a bola de peito, fazendo-a subir demasiado, que teve que rematar de cabeça? Tenha sido ou não de propósito, um golo destes só está ao alcance de jogadores de classe. Mas, sejamos honestos, o facto de o guarda-redes ser o Silvino (o que começou nas camadas jovens do clube regional), portador de pouco mais de 1,60m, também ajudou...
terça-feira, julho 18, 2006
Relembrar IV – O anterior 10
Antes de o Rui Costa aparecer, no início da década de 90, não tivemos que esperar 10 anos como agora para voltar a ter um “nº 10”. Esse número pertencia a um certo Valdo Cândido de Oliveira Filho, de nacionalidade brasileira, que veio para o Glorioso em 88/89 e esteve cá durante três anos (regressando mais tarde em 95/96 e ficando até ao final da época seguinte). Entre os vários momentos sublimes que ele nos proporcionou, resolvi escolher este, seguindo a sugestão de um dos leitores deste blog, que me tinha falado neste golo. Foi na 7ª jornada da época 90/91 (em que ganhámos o campeonato no célebre jogo do César Brito na casa do clube regional) num jogo frente ao E. Amadora em que vencemos por 4-0, sendo este o terceiro tento. O Valdo, que era dos melhores tecnicistas que vi jogar pelo Glorioso e que geralmente rematava em jeito, de vez em quando também desferia petardos destes.
segunda-feira, maio 29, 2006
Relembrar III - Perfume
Recordando lances mais agradáveis, e como forma de prosseguir as comemorações oficiais do regresso do maestro ao Glorioso, eis um pequeno exemplo do que poderemos ver para o próximo ano. Certamente o Rui Costa já não terá capacidade para fintar em corrida meia equipa contrária, mas uma jogada destas ainda é bem possível de acontecer. Foi, se não estou em erro, o único hat-trick dele com a camisola do Benfica e aconteceu na época 92/93 frente ao Espinho, num jogo em que goleámos por 5-1 (os outros dois golos foram do Paneira, de penalty, e do Futre, que aqui se estreou a marcar com a nossa camisola). Foi a partir deste jogo da 23ª jornada que o Rui Costa se afirmou definitivamente como titular do Benfica, estatuto que não mais perdeu até se transferir para a Fiorentina no final da época seguinte. Deliciem-se!
sexta-feira, maio 12, 2006
Relembrar II – Coutada
Antes de lances mais agradáveis e para fechar o capítulo de como o jogo clube regional – Benfica para a Taça de Portugal em 92/93 é um excelente exemplo da impunidade que o referido clube tem gozado ao longo destes últimos 20 anos, aqui fica mais uma amostra. O nosso amigo Fernando Couto tinha a escola toda dos defesas do tal clube e este lance nem merecedor do cartão amarelo foi! Claro, o Sr. José Pratas não poderia fazer com que o clube regional ficasse a jogar com 10 (o Couto já tinha um amarelo), porque assim restabelecer-se-ia a igualdade numérica com o Benfica, já que uma carga de ombro do Mozer ao Kostadinov tinha sido transformada em vermelho directo pouco antes (o nosso defesa era o último antes do guarda-redes). O que valeu foi que o Isaías levantou um pouco os pés, caso contrário provavelmente teria acabado a carreira logo ali. Nem amarelo!!!
sábado, maio 06, 2006
Relembrar I - A peitada
Inaugura-se hoje neste blog uma nova rubrica em que colocarei aqui clips da minha colecção de resumos do Glorioso. São momentos que, por boas ou más razões, se tornaram (ou deviam tornar) inesquecíveis.
O primeiro é uma forma de celebrar a conquista do campeonato deste ano por parte de uma certa equipa. É um exemplo do tipo de comportamento que tem passado impune ao longo dos últimos 20 anos e que muita gente tenta escamotear. Afinal, o presidente do clube regional foi há pouco tempo ilibado das acusações do processo “Apito Dourado”. Está provado que ajudou a arranjar prostitutas para o árbitro Jacinto Paixão e seus fiscais-de-linha, mas ficou por provar que o seu clube teve benefícios disso. Claro, claro, tal como na história da viagem ao Brasil paga por engano ao Sr. Carlos Calheiros, perdão, Sr. José Amorim, isto só que dizer que ele é apenas um bom samaritano e está sempre pronto a ajudar o próximo...
Nos comentários ao post do D'Arcy sobre o golão do Isaías, falou-se deste lance no primeiro jogo na casa do clube regional, arbitrado por um tal José Pratas, que poucos anos depois, como toda a gente se lembra, bateu o recorde mundial de corrida de 100 m de costas. Estávamos em plena época 92/93 e esta partida da Taça de Portugal é um verdadeiro manancial de como as coisas se têm passado no futebol português nas últimas duas décadas. Escusado será dizer que depois disto o Kostadinov continuou em campo...
O primeiro é uma forma de celebrar a conquista do campeonato deste ano por parte de uma certa equipa. É um exemplo do tipo de comportamento que tem passado impune ao longo dos últimos 20 anos e que muita gente tenta escamotear. Afinal, o presidente do clube regional foi há pouco tempo ilibado das acusações do processo “Apito Dourado”. Está provado que ajudou a arranjar prostitutas para o árbitro Jacinto Paixão e seus fiscais-de-linha, mas ficou por provar que o seu clube teve benefícios disso. Claro, claro, tal como na história da viagem ao Brasil paga por engano ao Sr. Carlos Calheiros, perdão, Sr. José Amorim, isto só que dizer que ele é apenas um bom samaritano e está sempre pronto a ajudar o próximo...
Nos comentários ao post do D'Arcy sobre o golão do Isaías, falou-se deste lance no primeiro jogo na casa do clube regional, arbitrado por um tal José Pratas, que poucos anos depois, como toda a gente se lembra, bateu o recorde mundial de corrida de 100 m de costas. Estávamos em plena época 92/93 e esta partida da Taça de Portugal é um verdadeiro manancial de como as coisas se têm passado no futebol português nas últimas duas décadas. Escusado será dizer que depois disto o Kostadinov continuou em campo...
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